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03/2020

Descubra como aumentar o patrimônio com facilidade

Para expandir o patrimônio, é preciso ter metas realistas, ter ciência que qualquer atitude exige esforço e que é possível chegar lá. Saiba como.

"Ah, se eu tivesse dinheiro eu finalmente poderia conquistar meus sonhos". Essa costuma ser a frase comum de quem sabe que precisa agir de forma diferente para aumentar o patrimônio e ter condições para trocar o carro da garagem, fazer aquela reforma na casa ou, quem sabe, investir em um imóvel na praia.

Antes de tudo, é preciso ter paciência. Cada um tem o seu tempo para se organizar e perseguir os seus sonhos.

Não importa o quanto você ganha ou o quanto pode guardar. Quando se fala em patrimônio, é preciso ter metas realistas, ter ciência que qualquer atitude exige um pouco de esforço e que, com o tempo, é possível chegar lá.

A seguir, apresentamos um passo a passo para que você aumente o seu patrimônio e obtenha melhor saúde financeira. Confira:

Analise os seus gastos

Por que você gasta mais do que ganha por mês? Pode ser um processo doloroso, mas é preciso entender a origem de todas as suas despesas.

Para isso, comece listando todos os seus gastos. Você pode guardar os comprovantes de débito, imprimir extratos mensais da sua conta bancária ou passar para uma planilha todas as suas despesas.

O ideal é categorizar os gastos. Existem as contas básicas, como água, luz, gás e, em alguns casos, aluguel, que precisam obrigatoriamente ser pagas. Embora inevitáveis, vale lembrar que neste momento você tem a oportunidade de refletir se pode diminuir o consumo, para que não comprometa tanto o seu orçamento.

Gastos com educação e saúde precisam ser listados em outra categoria: são muito importantes para serem cortados, a não ser que você precise fazer uma mudança drástica.

E, claro, tem os gastos que podem ser relativizados: compras de mercado, alimentação, carro e muitos outros.

Estabeleça planos de ação

Uma vez listados os gastos, você sabe que precisa agir. Não adianta cortar tudo. Por mais que se tenha alguns gastos supérfluos, deve-se prezar pelo bem-estar. Afinal, é importante sair com os amigos, comprar a roupa que você gosta ou adquirir um smartphone que atenda às suas necessidades.

Ao compreender seus gastos totais, você consegue ter uma visão de como os seus gastos são distribuídos.

Acredite: tem coisas que você pode cortar ou diminuir sem comprometer o seu bem-estar.

Por exemplo: será que é preciso pagar um pacote caro de TV à cabo quando mal se tem tempo de ficar em casa? Se você é acostumado a trabalhar com o seu carro todos os dias, não valeria a pena considerar o transporte público para, assim, economizar no combustível? Não seria melhor fazer as refeições em casa, ou levar o que cozinha para o trabalho, em busca de economizar gastos com alimentação?

Se, mesmo com todas essas reduções, sobrar pouco dinheiro no fim do mês, talvez vale a pena considerar cortes mais bruscos. Nesse caso, vale a pena abrir um parêntese para educação: não se esqueça que se trata de um investimento em você, que pode render retorno a médio e longo prazo.

Crie o hábito de poupar

Passada a etapa de analisar e diminuir os gastos, agora chega a hora de poupar. Muitas pessoas acham que é fácil guardar dinheiro, mas não é. Precisa de disciplina e muita cautela.

No começo, o ideal é guardar aos poucos. Muitos começam pela poupança que, se por um lado permite investir sem a intermediação de um gerente de banco ou consultoria, por outra pode deixar o seu dinheiro vulnerável a retiradas impensadas.

Afinal, tirar dinheiro da poupança é tão fácil quanto usar o cartão de crédito para parcelar uma compra.

Comece pelo fundo de reserva

Porém, vale a pena considerar a poupança para uma reserva de emergência. Destinar dinheiro para essa finalidade é importante, para que você não seja pego de surpresa em tempos difíceis, como perder o emprego, fazer uma viagem às pressas ou ter um problema emergencial de saúde.

Especialistas recomendam que, o ideal, é ter uma reserva com, no mínimo, 6 vezes o valor do seu rendimento mensal. Além disso, esse montante precisa estar num tipo de investimento de fácil retirada, já que está lá para fins emergenciais.

Não se esqueça da aposentadoria

Quem trabalha com regime CLT obrigatoriamente destina um percentual ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Porém, esse valor não garante que você tenha uma aposentadoria confortável no futuro.

O ideal é destinar um percentual da sua renda para a aposentadoria. Existem diversas opções, muitas delas em forma de produto do seu banco.

Veja se realmente vale a pena. Confira os percentuais, se existe a possibilidade de retirada e o quanto você realmente precisa para ter boa saúde financeira no futuro.

Aprenda a investir

Enquanto você separa um percentual da sua renda para o fundo de reserva e para a aposentadoria, já pode começar a verificar formas de investir o seu dinheiro.

Antes de tudo, é preciso identificar o seu perfil. Quem está começando geralmente é identificado como conservador, porque não quer correr riscos ao aplicar o seu dinheiro. Por isso, acaba optando por investimentos de baixo risco.

Investimento de baixo risco

De início, muitos são conservadores, porque desconhecem como opera o mercado financeiro. Saiba que, nesses casos, você não precisa ficar preso à poupança. O ideal é começar por títulos de renda fixa. Os principais são:

● Tesouro direto: pelo título prefixado, você corre poucos riscos de investimento;

● CDB: bom para investimentos a curto e médio prazo, com valor definido pelo investidor;

● Fundos DI: investimento de baixo risco que acompanha a tendência da taxa de juros do mercado;

● Letra de crédito imobiliário: investimento de renda fixa por créditos imobiliários, que acompanha a taxa de juros do mercado.

Diversifique seus investimentos

A partir do momento que você guarda dinheiro e, aos poucos, aumenta o seu patrimônio, você já pode pensar em outras formas de investimento. Aí sim, já pode considerar bolsa de valores, multimercados, fundos estruturados, entre outras opções.

Uma delas é o consórcio. Se você pensa em investir em uma casa no litoral ou em um carro no futuro, pode investir em uma carta de crédito, de acordo com o que pode pagar de mensalidade.

O consórcio é uma ótima opção para quem quer planejar uma compra com o objetivo de aumentar o patrimônio. Sem entradas e sem juros, você pode investir aos poucos no bem, enquanto mantém sua saúde financeira.

A vantagem é que o consórcio se adapta ao seu planejamento financeiro: você faz uma simulação do valor total do bem, número de parcelas e valor da mensalidade.

Para saber mais sobre como ter uma boa saúde financeira, baixe o nosso e-book.

Simule seu consórcio agora mesmo!

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"Ah, se eu tivesse dinheiro eu finalmente poderia conquistar meus sonhos". Essa costuma ser a frase comum de quem sabe que precisa agir de forma diferente para aumentar o patrimônio e ter condições para trocar o carro da garagem, fazer aquela reforma na casa ou, quem sabe, investir em um imóvel na praia.

Antes de tudo, é preciso ter paciência. Cada um tem o seu tempo para se organizar e perseguir os seus sonhos.

Não importa o quanto você ganha ou o quanto pode guardar. Quando se fala em patrimônio, é preciso ter metas realistas, ter ciência que qualquer atitude exige um pouco de esforço e que, com o tempo, é possível chegar lá.

A seguir, apresentamos um passo a passo para que você aumente o seu patrimônio e obtenha melhor saúde financeira. Confira:

Analise os seus gastos

Por que você gasta mais do que ganha por mês? Pode ser um processo doloroso, mas é preciso entender a origem de todas as suas despesas.

Para isso, comece listando todos os seus gastos. Você pode guardar os comprovantes de débito, imprimir extratos mensais da sua conta bancária ou passar para uma planilha todas as suas despesas.

O ideal é categorizar os gastos. Existem as contas básicas, como água, luz, gás e, em alguns casos, aluguel, que precisam obrigatoriamente ser pagas. Embora inevitáveis, vale lembrar que neste momento você tem a oportunidade de refletir se pode diminuir o consumo, para que não comprometa tanto o seu orçamento.

Gastos com educação e saúde precisam ser listados em outra categoria: são muito importantes para serem cortados, a não ser que você precise fazer uma mudança drástica.

E, claro, tem os gastos que podem ser relativizados: compras de mercado, alimentação, carro e muitos outros.

Estabeleça planos de ação

Uma vez listados os gastos, você sabe que precisa agir. Não adianta cortar tudo. Por mais que se tenha alguns gastos supérfluos, deve-se prezar pelo bem-estar. Afinal, é importante sair com os amigos, comprar a roupa que você gosta ou adquirir um smartphone que atenda às suas necessidades.

Ao compreender seus gastos totais, você consegue ter uma visão de como os seus gastos são distribuídos.

Acredite: tem coisas que você pode cortar ou diminuir sem comprometer o seu bem-estar.

Por exemplo: será que é preciso pagar um pacote caro de TV à cabo quando mal se tem tempo de ficar em casa? Se você é acostumado a trabalhar com o seu carro todos os dias, não valeria a pena considerar o transporte público para, assim, economizar no combustível? Não seria melhor fazer as refeições em casa, ou levar o que cozinha para o trabalho, em busca de economizar gastos com alimentação?

Se, mesmo com todas essas reduções, sobrar pouco dinheiro no fim do mês, talvez vale a pena considerar cortes mais bruscos. Nesse caso, vale a pena abrir um parêntese para educação: não se esqueça que se trata de um investimento em você, que pode render retorno a médio e longo prazo.

Crie o hábito de poupar

Passada a etapa de analisar e diminuir os gastos, agora chega a hora de poupar. Muitas pessoas acham que é fácil guardar dinheiro, mas não é. Precisa de disciplina e muita cautela.

No começo, o ideal é guardar aos poucos. Muitos começam pela poupança que, se por um lado permite investir sem a intermediação de um gerente de banco ou consultoria, por outra pode deixar o seu dinheiro vulnerável a retiradas impensadas.

Afinal, tirar dinheiro da poupança é tão fácil quanto usar o cartão de crédito para parcelar uma compra.

Comece pelo fundo de reserva

Porém, vale a pena considerar a poupança para uma reserva de emergência. Destinar dinheiro para essa finalidade é importante, para que você não seja pego de surpresa em tempos difíceis, como perder o emprego, fazer uma viagem às pressas ou ter um problema emergencial de saúde.

Especialistas recomendam que, o ideal, é ter uma reserva com, no mínimo, 6 vezes o valor do seu rendimento mensal. Além disso, esse montante precisa estar num tipo de investimento de fácil retirada, já que está lá para fins emergenciais.

Não se esqueça da aposentadoria

Quem trabalha com regime CLT obrigatoriamente destina um percentual ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Porém, esse valor não garante que você tenha uma aposentadoria confortável no futuro.

O ideal é destinar um percentual da sua renda para a aposentadoria. Existem diversas opções, muitas delas em forma de produto do seu banco.

Veja se realmente vale a pena. Confira os percentuais, se existe a possibilidade de retirada e o quanto você realmente precisa para ter boa saúde financeira no futuro.

Aprenda a investir

Enquanto você separa um percentual da sua renda para o fundo de reserva e para a aposentadoria, já pode começar a verificar formas de investir o seu dinheiro.

Antes de tudo, é preciso identificar o seu perfil. Quem está começando geralmente é identificado como conservador, porque não quer correr riscos ao aplicar o seu dinheiro. Por isso, acaba optando por investimentos de baixo risco.

Investimento de baixo risco

De início, muitos são conservadores, porque desconhecem como opera o mercado financeiro. Saiba que, nesses casos, você não precisa ficar preso à poupança. O ideal é começar por títulos de renda fixa. Os principais são:

● Tesouro direto: pelo título prefixado, você corre poucos riscos de investimento;

● CDB: bom para investimentos a curto e médio prazo, com valor definido pelo investidor;

● Fundos DI: investimento de baixo risco que acompanha a tendência da taxa de juros do mercado;

● Letra de crédito imobiliário: investimento de renda fixa por créditos imobiliários, que acompanha a taxa de juros do mercado.

Diversifique seus investimentos

A partir do momento que você guarda dinheiro e, aos poucos, aumenta o seu patrimônio, você já pode pensar em outras formas de investimento. Aí sim, já pode considerar bolsa de valores, multimercados, fundos estruturados, entre outras opções.

Uma delas é o consórcio. Se você pensa em investir em uma casa no litoral ou em um carro no futuro, pode investir em uma carta de crédito, de acordo com o que pode pagar de mensalidade.

O consórcio é uma ótima opção para quem quer planejar uma compra com o objetivo de aumentar o patrimônio. Sem entradas e sem juros, você pode investir aos poucos no bem, enquanto mantém sua saúde financeira.

A vantagem é que o consórcio se adapta ao seu planejamento financeiro: você faz uma simulação do valor total do bem, número de parcelas e valor da mensalidade.

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