10/2019

Taxa consórcio: o que é cobrado para administração?

A taxa no consórcio é o valor cobrado para gestão dos grupos de consorciados. O UP Consórcios é uma modalidade sem taxa de administração até a contemplação.

Sempre que se fala em consórcio, uma das principais perguntas é: por que a administradora cobra o valor de taxa de administração? Foi pensando nisso que o UP foi criado: quando você faz um UP, só paga a taxa de administração depois de receber a carta de crédito!

Mas, antes de seguirmos, vale lembrar como funciona o consórcio. Trata-se de um grupo composto por pessoas que têm o interesse em adquirir o mesmo bem, como um carro ou uma casa, ou contratar um serviço específico. Esse grupo é mantido pela administradora, empresa autorizada pelo Banco Central a gerenciar os valores que compõem a mensalidade do consórcio.

Para o perfeito funcionamento do grupo, a administradora investe o valor das mensalidades do consórcio em um fundo e realiza assembleias para os sorteios das cartas de crédito.

Nas assembleias, o consorciado pode optar por ofertar lance e, assim, antecipar a conquista do bem que escolheu.

A formação, organização e gestão dos grupos de consorciados é cobrada por meio da taxa de administração - ou seja, é a remuneração destinada à empresa com a qual você fechou consórcio.

O que é cobrado na parcela do consórcio

Além da fatia correspondente à carta de crédito (ou seja, o valor do bem dividido pelo número de parcelas), a mensalidade de um consórcio convencional inclui valores como:

● Taxa de administração: valor arrecadado pela administradora para gerir os grupos de consorciados;

● Fundo comum: recursos destinados ao pagamento das cartas de crédito;

● Fundo de reserva: para proteger o funcionamento do grupo, com o objetivo de cobrir prováveis inadimplências;

● Seguro: valor opcional para eventualidades como quebra de garantia, seguro de vida e seguro-desemprego (que garante o pagamento de algumas mensalidades caso o consorciado perca o emprego, por exemplo).

Diferente do financiamento, não é preciso dar valor de entrada para investir na carta de crédito. Ah, e o consórcio não tem juros!

Como funciona a taxa de administração

A taxa de administração chega a, no máximo, 15% do valor da carta de crédito contratada. Numa modalidade comum de consórcio, ela é diluída nas mensalidades.

Por exemplo, se você dividiu o valor da carta de crédito para 60 meses, apenas 0,25% do valor da parcela é cobrado mês a mês.

A taxa de administração costuma ser erroneamente confundida com os juros, prática comum no financiamento. A diferença é que o juros é uma cobrança variável e progressiva: quanto menor o valor de entrada para adquirir um bem, maior será o juros. Por isso, muitas vezes o consumidor acaba pagando o dobro (ou até mais) do valor do bem no financiamento.

Taxa de administração do UP Consórcios

O UP Consórcios apresenta uma forma inovadora de cobrar as mensalidades. Antes de tudo, não há cobrança de fundo de reserva.

Além disso, a taxa de administração só é cobrada após a contemplação. Dessa forma, se o cliente solicitar uma carta de crédito no valor de R$ 100 mil, para pagamento em 100 meses, terá uma parcela de R$ 1.000 até a contemplação. Só depois de receber o bem a taxa administrativa passa a ser cobrada.

Funciona da seguinte forma:

      Crédito       = valor + 0.35% (imóvel e automóvel) ou valor + 0.45% (serviço)

Prazo restante

Gostou de conhecer o formato inovador do UP Consórcios? Então, faz um UP!

O melhor de tudo é que ele pode ser contratado online, sem a intermediação de um especialista. Faça uma simulação no site e invista no seu próximo bem de forma simples e ágil.

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Mas, antes de seguirmos, vale lembrar como funciona o consórcio. Trata-se de um grupo composto por pessoas que têm o interesse em adquirir o mesmo bem, como um carro ou uma casa, ou contratar um serviço específico. Esse grupo é mantido pela administradora, empresa autorizada pelo Banco Central a gerenciar os valores que compõem a mensalidade do consórcio.

Para o perfeito funcionamento do grupo, a administradora investe o valor das mensalidades do consórcio em um fundo e realiza assembleias para os sorteios das cartas de crédito.

Nas assembleias, o consorciado pode optar por ofertar lance e, assim, antecipar a conquista do bem que escolheu.

A formação, organização e gestão dos grupos de consorciados é cobrada por meio da taxa de administração - ou seja, é a remuneração destinada à empresa com a qual você fechou consórcio.

O que é cobrado na parcela do consórcio

Além da fatia correspondente à carta de crédito (ou seja, o valor do bem dividido pelo número de parcelas), a mensalidade de um consórcio convencional inclui valores como:

● Taxa de administração: valor arrecadado pela administradora para gerir os grupos de consorciados;

● Fundo comum: recursos destinados ao pagamento das cartas de crédito;

● Fundo de reserva: para proteger o funcionamento do grupo, com o objetivo de cobrir prováveis inadimplências;

● Seguro: valor opcional para eventualidades como quebra de garantia, seguro de vida e seguro-desemprego (que garante o pagamento de algumas mensalidades caso o consorciado perca o emprego, por exemplo).

Diferente do financiamento, não é preciso dar valor de entrada para investir na carta de crédito. Ah, e o consórcio não tem juros!

Como funciona a taxa de administração

A taxa de administração chega a, no máximo, 15% do valor da carta de crédito contratada. Numa modalidade comum de consórcio, ela é diluída nas mensalidades.

Por exemplo, se você dividiu o valor da carta de crédito para 60 meses, apenas 0,25% do valor da parcela é cobrado mês a mês.

A taxa de administração costuma ser erroneamente confundida com os juros, prática comum no financiamento. A diferença é que o juros é uma cobrança variável e progressiva: quanto menor o valor de entrada para adquirir um bem, maior será o juros. Por isso, muitas vezes o consumidor acaba pagando o dobro (ou até mais) do valor do bem no financiamento.

Taxa de administração do UP Consórcios

O UP Consórcios apresenta uma forma inovadora de cobrar as mensalidades. Antes de tudo, não há cobrança de fundo de reserva.

Além disso, a taxa de administração só é cobrada após a contemplação. Dessa forma, se o cliente solicitar uma carta de crédito no valor de R$ 100 mil, para pagamento em 100 meses, terá uma parcela de R$ 1.000 até a contemplação. Só depois de receber o bem a taxa administrativa passa a ser cobrada.

Funciona da seguinte forma:

      Crédito       = valor + 0.35% (imóvel e automóvel) ou valor + 0.45% (serviço)

Prazo restante

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