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05/2021

Avaliação de Imóvel: Descubra como é feita e o que é considerado

Se você está pensando em comprar um imóvel, saiba que uma das etapas mais importantes nesse processo é a obtenção do laudo de avaliação de imóvel. No entanto, é fundamental que esse documento seja feito por um profissional qualificado, afinal, é necessário seguir regras e procedimentos estabelecidos para que ele seja considerado válido.

Acompanhe a leitura deste artigo!

O que é o laudo de avaliação de imóvel?

O laudo de avaliação de imóvel e relatório emitido por um avaliador ou uma empresa especializada, cuja a finalidade é estipular o valor real de determinado bem material. A elaboração desse parecer é importante para assegurar uma boa negociação, uma vez que o laudo bem-feito irá evitar divergências entre as partes e facilitará o processo de comercialização do imóvel.

Em negociações de imóveis entre pessoas físicas, na maioria das vezes o que dita a o preço do bem é a demanda. Por outro lado, o laudo é um documento técnico que busca tal métrica através de profissionais capacitados tanto por conhecimentos específicos, como engenheiros, quanto por experiência no mercado imobiliário. Além disso, tal trabalho consiste em determinar o valor do imóvel de acordo com as normas estabelecidas pela ABNT.

Normas brasileiras para o laudo de avaliação de imóvel

Como explico acima, os critérios para elaboração do laudo de avaliação de imóvel são determinados pela ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas — e, diante disso, vão seguir padrões e parâmetros que têm como base a NBR 14.653. Nesse sentido, o recomendado é que a sua aplicação seja realizada todas as vezes em que o relatório é feito. A norma é dividida em sete partes, sendo elas:

  1. Procedimentos gerais;
  2. Imóveis urbanos;
  3. Imóveis rurais;
  4. Empreendimentos;
  5. Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais no geral;
  6. Recursos naturais e ambientais;
  7. Bens de patrimônio histórico e artístico.


Isso significa que a parte inicial está relacionada ao que é comum a todos os tipos de avaliações, seguida pelos procedimentos específicos de cada categoria de bem. É essencial destacar nesse caso que as normas estão em revisões e atualizações constantes, ou seja, é necessário atentar à vigência do material que está sendo utilizado.

Quais são os métodos aplicados de avaliação de imóvel

Confira a lista dos métodos de avaliação de imóveis definidos e recomendados pela ABNT:

  1. Método comparativo;
  2. Método evolutivo;
  3. Método involutivo;
  4. Método de custo;
  5. Método de capitalização da renda;
  6. Critério residual;
  7. Conjunção de métodos.

Quando o laudo de avaliação de imóvel é necessário?

Como já foi explicado acima, esse relatório tem como função assegurar a comercialização de bens imóveis, pois traz mais tranquilidade para ambas as partes. No entanto, são diversas as situações em que ele pode ou deve ser utilizado para garantir a transação e o justo estabelecimento dos valores reais de patrimônio. As finalidades mais utilizadas de avaliação de imóvel são: 

  • Ação judicial: em situações em que é preciso fazer a revisão de aluguel, por exemplo, ou em casos de inventários, reintegração de posse, e outros;
  • Gestão patrimonial: aqui é feito para atender exigências fiscais em casos de fusão, dissolução de sociedade ou liquidação de empresa, para conhecer o ativo permanente imobilizado;
  • Alienação fiduciária, penhora ou garantia: maneira de garantir que o valor do imóvel corresponda ao acordo firmado;
  • Desapropriações: é comum ser solicitado pelo poder público para determinar valor da base tributária.

Nesse sentido, o laudo de avaliação de imóvel é um recurso para assegurar as mais diversas formas de negociação a fim de garantir que nenhuma das partes seja prejudicada. 

Ou seja, abrir mão de tal relatório pode gerar problemas e inconvenientes no futuro. 

Quais problemas podem ser evitados pelo laudo de avaliação de imóvel?

  • Prejuízos financeiros: não ter o conhecimento sobre qual é o valor real do imóvel pode levar a negociações equivocadas que causarão prejuízos financeiros.


  • Ausência de base para definir o valor do bem: a avaliação imobiliária é a forma mais segura para determinar o valor correto do imóvel e evitar que se prolongue negociações.
  • Dificuldade de crédito: a falta do laudo de avaliação de imóvel pode dar consequência à dificuldade em conseguir empréstimos bancários para financiamentos de imóveis.
  • Aumento de carga tributária: a ausência do valor real avaliado pode fazer com que o proprietário tenha que arcar com impostos tributários além do necessário.
  • Demora em casos de inventários: se tratando de herança ou partilha, caso não haja um laudo de avaliação mercadológica é possível que o processo se prolongue mais que o esperado.

Como fazer um laudo de avaliação de imóvel?

Os requisitos essenciais para a elaboração do laudo de avaliação de imóvel estão em torno de definir o objetivo da avaliação, em casos de venda, locação, alienação etc.; identificar e fazer a descrição do imóvel; verificar medidas e determinar a metodologia que será utilizada para a avaliação. Abaixo listamos com mais detalhes como dar os próximos passos. 

Análise de documentação

Após cumprir com o levantamento dos requisitos essenciais, é o momento de verificar os documentos relativos ao imóvel, ou seja:

  1. Conferir toda a documentação do imóvel, tais como a certidão de ônus reais, emitida pelo Cartório de Registro Geral de Imóveis;
  2. Verificar a possibilidade de incoerências relacionadas ao bem, questões jurídicas e suas circunstâncias para informar no laudo;
  3. Consultar especificidades nas legislações municipais, estaduais e federais, assim como outros regulamentos que podem ser aplicados.

Vistoria do imóvel

A próxima ‘’tarefa’’ é realizar a vistoria do imóvel, no qual é essencial atentar para os seguintes itens:

  • Tirar fotografias externas e internas;
  • Analisar a planta baixa e os croquis;
  • Adicionar a descrição do terreno e as suas benfeitorias;
  • Avaliar os dados do terreno (localização, infraestrutura, utilização, entre outros);
  • Diagnosticar os aspectos socioeconômicos e físicos e a infraestrutura urbana do entorno;
  • Constatar a qualidade da construção, para isso, verificar o seu estado de conservação, o número de cômodos ou partes, o padrão construtivo e a idade do imóvel.

Requisitos acessórios

Além dos elementos informados acima, outros procedimentos podem ser úteis para realizar uma avaliação de imóvel coerente. Tais como:

  • Análise da vizinhança;
  • Avaliação de circunstâncias atípicas;
  • Vistoria por amostragem;
  • Avaliação dos imóveis na região;
  • Diagnóstico atual do mercado e tendências.

Para concluir, é imprescindível em diversas situações, como venda, aluguel e inventários, a elaboração do laudo de avaliação de imóvel. Trata-se de um documento capaz de garantir que o valor real do bem esteja sendo classificado corretamente, sem prejuízo para nenhuma das partes envolvidas. Entretanto, para que o relatório seja criterioso e tenha validade é essencial seguir as normas estabelecidas pela ABNT.

Avaliação de Imóvel: Descubra como é feita e o que é considerado

Por que o consórcio de imóvel é a forma mais segura de investir na crise econômica 

Nos últimos anos, muitas pessoas têm visto no consórcio de imóvel uma excelente oportunidade de tirar os planos do papel. A procura aumenta mais a cada ano porque é ideal para quem não tem o dinheiro para comprar a vista (ou seja, quase todas as pessoas que respiram no Brasil). Mas também porque sabemos que comprar um imóvel pelo financiamento significa pagar até 300% de juros, o que é surreal para quem sabe o valor do seu dinheiro.

Para entender como funciona o consórcio de imóvel, pense em um grupo de pessoas que deseja comprar um bem, como um imóvel neste caso, mas poderia ser um automóvel, um equipamento ou até mesmo a contratação de um serviço, porém nenhuma delas tem a quantia necessária nas palmas das mãos. Ao se organizarem para contribuir mensalmente com valores iguais, esse grupo de pessoas conseguem comprar ao menos um imóvel à vista por mês!

Quem fica responsável por organizar e gerenciar os grupos é a administradora de consórcios, que distribui os interessados conforme o valor do crédito pretendido. 

(No UP Consórcios você pode contratar online e tem acesso a vários diferenciais). A administradora também é responsável por organizar as assembleias mensais, momento em que ocorrem as contemplações, via sorteio ou lance

A grande sacada é que você terá uma administradora tão interessada na segurança da sua compra quanto você, portanto que te auxilia com toda burocracia que envolve a aquisição de um imóvel, desde vistorias e avaliações até saque de FGTS e minutas. Afinal você não vive de comprar imóveis, portanto precisa de ajuda especializada na hora de conquistar esse objetivo!

Resumindo: ao contratar um consórcio, você passa a fazer parte de um grupo que possui  um objetivo em comum, forma uma poupança coletiva, um auto-financiamento destinado à compra de um bem definido previamente, tudo com segurança. Faça uma simulação de consórcio de imóvel, vamos conversar! 


Até a próxima! 


Simule seu consórcio agora mesmo!

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Se você está pensando em comprar um imóvel, saiba que uma das etapas mais importantes nesse processo é a obtenção do laudo de avaliação de imóvel. No entanto, é fundamental que esse documento seja feito por um profissional qualificado, afinal, é necessário seguir regras e procedimentos estabelecidos para que ele seja considerado válido.

Acompanhe a leitura deste artigo!

O que é o laudo de avaliação de imóvel?

O laudo de avaliação de imóvel e relatório emitido por um avaliador ou uma empresa especializada, cuja a finalidade é estipular o valor real de determinado bem material. A elaboração desse parecer é importante para assegurar uma boa negociação, uma vez que o laudo bem-feito irá evitar divergências entre as partes e facilitará o processo de comercialização do imóvel.

Em negociações de imóveis entre pessoas físicas, na maioria das vezes o que dita a o preço do bem é a demanda. Por outro lado, o laudo é um documento técnico que busca tal métrica através de profissionais capacitados tanto por conhecimentos específicos, como engenheiros, quanto por experiência no mercado imobiliário. Além disso, tal trabalho consiste em determinar o valor do imóvel de acordo com as normas estabelecidas pela ABNT.

Normas brasileiras para o laudo de avaliação de imóvel

Como explico acima, os critérios para elaboração do laudo de avaliação de imóvel são determinados pela ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas — e, diante disso, vão seguir padrões e parâmetros que têm como base a NBR 14.653. Nesse sentido, o recomendado é que a sua aplicação seja realizada todas as vezes em que o relatório é feito. A norma é dividida em sete partes, sendo elas:

  1. Procedimentos gerais;
  2. Imóveis urbanos;
  3. Imóveis rurais;
  4. Empreendimentos;
  5. Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais no geral;
  6. Recursos naturais e ambientais;
  7. Bens de patrimônio histórico e artístico.


Isso significa que a parte inicial está relacionada ao que é comum a todos os tipos de avaliações, seguida pelos procedimentos específicos de cada categoria de bem. É essencial destacar nesse caso que as normas estão em revisões e atualizações constantes, ou seja, é necessário atentar à vigência do material que está sendo utilizado.

Quais são os métodos aplicados de avaliação de imóvel

Confira a lista dos métodos de avaliação de imóveis definidos e recomendados pela ABNT:

  1. Método comparativo;
  2. Método evolutivo;
  3. Método involutivo;
  4. Método de custo;
  5. Método de capitalização da renda;
  6. Critério residual;
  7. Conjunção de métodos.

Quando o laudo de avaliação de imóvel é necessário?

Como já foi explicado acima, esse relatório tem como função assegurar a comercialização de bens imóveis, pois traz mais tranquilidade para ambas as partes. No entanto, são diversas as situações em que ele pode ou deve ser utilizado para garantir a transação e o justo estabelecimento dos valores reais de patrimônio. As finalidades mais utilizadas de avaliação de imóvel são: 

  • Ação judicial: em situações em que é preciso fazer a revisão de aluguel, por exemplo, ou em casos de inventários, reintegração de posse, e outros;
  • Gestão patrimonial: aqui é feito para atender exigências fiscais em casos de fusão, dissolução de sociedade ou liquidação de empresa, para conhecer o ativo permanente imobilizado;
  • Alienação fiduciária, penhora ou garantia: maneira de garantir que o valor do imóvel corresponda ao acordo firmado;
  • Desapropriações: é comum ser solicitado pelo poder público para determinar valor da base tributária.

Nesse sentido, o laudo de avaliação de imóvel é um recurso para assegurar as mais diversas formas de negociação a fim de garantir que nenhuma das partes seja prejudicada. 

Ou seja, abrir mão de tal relatório pode gerar problemas e inconvenientes no futuro. 

Quais problemas podem ser evitados pelo laudo de avaliação de imóvel?

  • Prejuízos financeiros: não ter o conhecimento sobre qual é o valor real do imóvel pode levar a negociações equivocadas que causarão prejuízos financeiros.


  • Ausência de base para definir o valor do bem: a avaliação imobiliária é a forma mais segura para determinar o valor correto do imóvel e evitar que se prolongue negociações.
  • Dificuldade de crédito: a falta do laudo de avaliação de imóvel pode dar consequência à dificuldade em conseguir empréstimos bancários para financiamentos de imóveis.
  • Aumento de carga tributária: a ausência do valor real avaliado pode fazer com que o proprietário tenha que arcar com impostos tributários além do necessário.
  • Demora em casos de inventários: se tratando de herança ou partilha, caso não haja um laudo de avaliação mercadológica é possível que o processo se prolongue mais que o esperado.

Como fazer um laudo de avaliação de imóvel?

Os requisitos essenciais para a elaboração do laudo de avaliação de imóvel estão em torno de definir o objetivo da avaliação, em casos de venda, locação, alienação etc.; identificar e fazer a descrição do imóvel; verificar medidas e determinar a metodologia que será utilizada para a avaliação. Abaixo listamos com mais detalhes como dar os próximos passos. 

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  2. Verificar a possibilidade de incoerências relacionadas ao bem, questões jurídicas e suas circunstâncias para informar no laudo;
  3. Consultar especificidades nas legislações municipais, estaduais e federais, assim como outros regulamentos que podem ser aplicados.

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A próxima ‘’tarefa’’ é realizar a vistoria do imóvel, no qual é essencial atentar para os seguintes itens:

  • Tirar fotografias externas e internas;
  • Analisar a planta baixa e os croquis;
  • Adicionar a descrição do terreno e as suas benfeitorias;
  • Avaliar os dados do terreno (localização, infraestrutura, utilização, entre outros);
  • Diagnosticar os aspectos socioeconômicos e físicos e a infraestrutura urbana do entorno;
  • Constatar a qualidade da construção, para isso, verificar o seu estado de conservação, o número de cômodos ou partes, o padrão construtivo e a idade do imóvel.

Requisitos acessórios

Além dos elementos informados acima, outros procedimentos podem ser úteis para realizar uma avaliação de imóvel coerente. Tais como:

  • Análise da vizinhança;
  • Avaliação de circunstâncias atípicas;
  • Vistoria por amostragem;
  • Avaliação dos imóveis na região;
  • Diagnóstico atual do mercado e tendências.

Para concluir, é imprescindível em diversas situações, como venda, aluguel e inventários, a elaboração do laudo de avaliação de imóvel. Trata-se de um documento capaz de garantir que o valor real do bem esteja sendo classificado corretamente, sem prejuízo para nenhuma das partes envolvidas. Entretanto, para que o relatório seja criterioso e tenha validade é essencial seguir as normas estabelecidas pela ABNT.

Avaliação de Imóvel: Descubra como é feita e o que é considerado

Por que o consórcio de imóvel é a forma mais segura de investir na crise econômica 

Nos últimos anos, muitas pessoas têm visto no consórcio de imóvel uma excelente oportunidade de tirar os planos do papel. A procura aumenta mais a cada ano porque é ideal para quem não tem o dinheiro para comprar a vista (ou seja, quase todas as pessoas que respiram no Brasil). Mas também porque sabemos que comprar um imóvel pelo financiamento significa pagar até 300% de juros, o que é surreal para quem sabe o valor do seu dinheiro.

Para entender como funciona o consórcio de imóvel, pense em um grupo de pessoas que deseja comprar um bem, como um imóvel neste caso, mas poderia ser um automóvel, um equipamento ou até mesmo a contratação de um serviço, porém nenhuma delas tem a quantia necessária nas palmas das mãos. Ao se organizarem para contribuir mensalmente com valores iguais, esse grupo de pessoas conseguem comprar ao menos um imóvel à vista por mês!

Quem fica responsável por organizar e gerenciar os grupos é a administradora de consórcios, que distribui os interessados conforme o valor do crédito pretendido. 

(No UP Consórcios você pode contratar online e tem acesso a vários diferenciais). A administradora também é responsável por organizar as assembleias mensais, momento em que ocorrem as contemplações, via sorteio ou lance

A grande sacada é que você terá uma administradora tão interessada na segurança da sua compra quanto você, portanto que te auxilia com toda burocracia que envolve a aquisição de um imóvel, desde vistorias e avaliações até saque de FGTS e minutas. Afinal você não vive de comprar imóveis, portanto precisa de ajuda especializada na hora de conquistar esse objetivo!

Resumindo: ao contratar um consórcio, você passa a fazer parte de um grupo que possui  um objetivo em comum, forma uma poupança coletiva, um auto-financiamento destinado à compra de um bem definido previamente, tudo com segurança. Faça uma simulação de consórcio de imóvel, vamos conversar! 


Até a próxima! 


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