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03/2020

Como é o Cálculo da Taxa de Administração no Consórcio

Investir em consórcio a fim de conquistar seus objetivos, como bens — carros e imóveis — ou contratar serviços de alto custo — como intercâmbio e reforma de casa — é uma ótima estratégia a longo prazo para quem não consegue controlar as finanças, porém, não quer perder seu dinheiro com os juros exorbitantes dos financiamentos.

Estamos aqui para te esclarecer algumas dúvidas sobre como é feito o cálculo da taxa de administração no consórcio, afinal, para que tudo funcione corretamente, é essencial que alguém organize tudo e garanta que os interesses de todos os participantes do consórcio sejam preservados. É nesse caso que entra a administradora de consórcios. O UP Consórcios é administrado pela Embracon, a Maior Administradora de Consórcio do Brasil, fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central, ou seja, uma empresa especializada na gestão desse tipo de investimento.

A gestão dos participantes e do consórcio é paga por meio da taxa de administração, diluída  nas parcelas mensais do consórcio. Compreendendo que essa taxa é confundida constantemente com juros, decidimos reunir, neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre como funciona a taxa de administração no consórcio e como ela é calculada. 


Ficou interessado no tema? Continue lendo este conteúdo! 


Leia também: O que você pode comprar quando faz um UP?

UP Consórcios: O que faz a administradora do consórcio?

A administradora de consórcio realiza um trabalho complexo de gestão que envolve inúmeras etapas. O processo começa antes mesmo da adesão dos cotistas. Ou seja, antes da assinatura do contrato com análises técnicas que objetivam a verificação dos tipos de bens que serão comprados, as viabilidades financeiras e econômicas e todo o resto que for necessário para garantir a segurança dos participantes do grupo. 


É comum que nessa fase inicial, a administradora de consórcio, estabeleça as regras e particularidades de cada contrato. Listamos alguns exemplos!


  • quantidade de participantes;
  • prazo (número de prestações);
  • valor da carta de crédito;
  • quantidade de contemplações por meio de lances e sorteios;
  • critérios de atualização do valor da carta de crédito devido a inflação;
  • funcionamento das assembleias;
  • meios de comunicação;
  • taxas cobradas;
  • modalidades de lance que estão disponíveis aos participantes. 


Após definir todos esses aspectos e a consolidação deles no contrato, inicia-se a oferta e a captação de clientes. Com a adesão finalizada e início dos pagamentos dos cotistas, o trabalho segue com:


  • a administração das quantias recebidas;
  • a aplicação financeira dos valores;
  • a organização das assembleias previstas em contrato;
  • a administração dos lances;
  • a comunicação com os participantes dos grupos;
  • a contemplação;
  • a liberação de crédito aos contemplados.


Além disso, a administradora também é responsável por resolver questões como inadimplência, comprometendo-se, dessa forma, a fazer cobranças e realizar a devolução dos valores de quem se desligou do grupo antes de ter conquistado a contemplação.

Quais regras a administradora de consórcios deve seguir?

O sistema de consórcios brasileiro é fiscalizado pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e regulamentado pela Lei nº 11.795/2008 . Trata-se da fiscalização e da regulamentação que asseguram a solidez do mercado de consórcios — que possui regras claras de funcionamento — e optam pela preservação dos direitos dos consorciados e a manutenção da segurança das contratações.

É super importante, nesse sentido, destacar que somente as administradoras de consórcio que preenchem as exigências da Lei e são autorizadas pelo BACEN podem atuar no Brasil. Dessa forma, antes de efetivar a contratação, não se esqueça de pesquisar bastante acerca da empresa e conferir se ela é, realmente, autorizada pelo Banco Central.

O que é a taxa de administração?

Diferente da taxa de juros, a porcentagem não aparece em formato de juros compostos e apresenta-se de forma quase imperceptível nas parcelas.

A taxa de administração é um valor fixo e pré determinado em contrato. Esta taxa surge diluída nas prestações mensais e, justamente por isso, deve ser calculada e considerada antes da compra de uma cota. O UP Consórcios se destaca como o único consórcio do brasil que não cobra taxa de administração até a contemplação. 

Assim, o consorciado só paga a taxa depois de contemplado e com um percentual justo, sem cobrança retroativa das parcelas pagas sem cobrança de taxa. A taxa cobrada também é a menor do país - 0,35% para automóveis e imóveis e 0,45% para serviços - visto que é calculada sobre o valor total do crédito contemplado e aplicada somente nas parcelas que forem pagas após a contemplação.  

Como a taxa de administração é calculada?

Como já apontamos, o valor da taxa de administração é estipulado na assinatura do contrato e tem como base um percentual fixo do valor da carta de crédito, que será dividido em cada uma das prestações. Para tornar tudo isso mais simples, a taxa representa um percentual do valor que compõe uma prestação do consórcio. Criamos um exemplo para facilitar a compreensão:

Imagine que o consórcio que você contratou tem uma taxa de administração de 20%, aplicado sobre 50 parcelas. O resultado disso será uma taxa de 0,40% ao mês — 20 ÷ 50 = 0,40%. Na realidade, caso o bem contratado custe R$ 40.000,00, o valor mensal referente à taxa de administração será de R$ 160,00.

No entanto, é fundamental esclarecer que essa é somente uma simulação, os valores podem variar conforme a administradora e o grupo contratado.

Como identificar a menor taxa de administração? 

O melhor jeito de descobrir qual o melhor grupo para adesão antes da contratação é fazendo simulações de consórcio! Através delas é possível encontrar o consórcio que disponibiliza as menores parcelas e a menor taxa de administração.

Por outro lado, é válido ressaltar que a pesquisa possibilita que o futuro consorciado confirme se as parcelas mensais se ajustam no orçamento familiar e se as condições contratuais vão se adequar — ou não, nos casos negativos — à sua realidade, algo indispensável para evitar desconfortos no futuro.

Mas preste atenção: nem sempre as empresas com as menores taxas são as mais confiáveis. Diante disso, antes de investir em um consórcio, pesquise um pouco mais sobre a administradora e verifique se ela já está consolidada no mercado. 

O que a taxa de administração vai cobrir?

A taxa de administração surge como pagamento pelos serviços realizados pela administradora de consórcio. Isso significa que ela cobre tudo que envolve o bom funcionamento do grupo. É válido observar que se não fosse a fiscalização da administradora, o investimento não seria seguro e diversas pessoas poderiam acabar sem os seus bens. 

Agora que estamos chegando ao fim deste conteúdo, você já deve ter percebido que o pagamento da taxa de administração em consórcio garante ao consorciado a prestação de serviços integral no decorrer do contrato, envolvendo assim todos os procedimentos para gestão do grupo, comunicação com os participantes, eficiência e transparência, ou seja, garantindo total segurança e garantias no cumprimento do contrato.


Gostou deste artigo? Para mais conteúdos como esse continue nos acompanhando. 


Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com a gente por meio do whatsapp, estamos preparados e disponíveis para esclarecer suas questões. 


Até a próxima!

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A gestão dos participantes e do consórcio é paga por meio da taxa de administração, diluída  nas parcelas mensais do consórcio. Compreendendo que essa taxa é confundida constantemente com juros, decidimos reunir, neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre como funciona a taxa de administração no consórcio e como ela é calculada. 


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A administradora de consórcio realiza um trabalho complexo de gestão que envolve inúmeras etapas. O processo começa antes mesmo da adesão dos cotistas. Ou seja, antes da assinatura do contrato com análises técnicas que objetivam a verificação dos tipos de bens que serão comprados, as viabilidades financeiras e econômicas e todo o resto que for necessário para garantir a segurança dos participantes do grupo. 


É comum que nessa fase inicial, a administradora de consórcio, estabeleça as regras e particularidades de cada contrato. Listamos alguns exemplos!


  • quantidade de participantes;
  • prazo (número de prestações);
  • valor da carta de crédito;
  • quantidade de contemplações por meio de lances e sorteios;
  • critérios de atualização do valor da carta de crédito devido a inflação;
  • funcionamento das assembleias;
  • meios de comunicação;
  • taxas cobradas;
  • modalidades de lance que estão disponíveis aos participantes. 


Após definir todos esses aspectos e a consolidação deles no contrato, inicia-se a oferta e a captação de clientes. Com a adesão finalizada e início dos pagamentos dos cotistas, o trabalho segue com:


  • a administração das quantias recebidas;
  • a aplicação financeira dos valores;
  • a organização das assembleias previstas em contrato;
  • a administração dos lances;
  • a comunicação com os participantes dos grupos;
  • a contemplação;
  • a liberação de crédito aos contemplados.


Além disso, a administradora também é responsável por resolver questões como inadimplência, comprometendo-se, dessa forma, a fazer cobranças e realizar a devolução dos valores de quem se desligou do grupo antes de ter conquistado a contemplação.

Quais regras a administradora de consórcios deve seguir?

O sistema de consórcios brasileiro é fiscalizado pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e regulamentado pela Lei nº 11.795/2008 . Trata-se da fiscalização e da regulamentação que asseguram a solidez do mercado de consórcios — que possui regras claras de funcionamento — e optam pela preservação dos direitos dos consorciados e a manutenção da segurança das contratações.

É super importante, nesse sentido, destacar que somente as administradoras de consórcio que preenchem as exigências da Lei e são autorizadas pelo BACEN podem atuar no Brasil. Dessa forma, antes de efetivar a contratação, não se esqueça de pesquisar bastante acerca da empresa e conferir se ela é, realmente, autorizada pelo Banco Central.

O que é a taxa de administração?

Diferente da taxa de juros, a porcentagem não aparece em formato de juros compostos e apresenta-se de forma quase imperceptível nas parcelas.

A taxa de administração é um valor fixo e pré determinado em contrato. Esta taxa surge diluída nas prestações mensais e, justamente por isso, deve ser calculada e considerada antes da compra de uma cota. O UP Consórcios se destaca como o único consórcio do brasil que não cobra taxa de administração até a contemplação. 

Assim, o consorciado só paga a taxa depois de contemplado e com um percentual justo, sem cobrança retroativa das parcelas pagas sem cobrança de taxa. A taxa cobrada também é a menor do país - 0,35% para automóveis e imóveis e 0,45% para serviços - visto que é calculada sobre o valor total do crédito contemplado e aplicada somente nas parcelas que forem pagas após a contemplação.  

Como a taxa de administração é calculada?

Como já apontamos, o valor da taxa de administração é estipulado na assinatura do contrato e tem como base um percentual fixo do valor da carta de crédito, que será dividido em cada uma das prestações. Para tornar tudo isso mais simples, a taxa representa um percentual do valor que compõe uma prestação do consórcio. Criamos um exemplo para facilitar a compreensão:

Imagine que o consórcio que você contratou tem uma taxa de administração de 20%, aplicado sobre 50 parcelas. O resultado disso será uma taxa de 0,40% ao mês — 20 ÷ 50 = 0,40%. Na realidade, caso o bem contratado custe R$ 40.000,00, o valor mensal referente à taxa de administração será de R$ 160,00.

No entanto, é fundamental esclarecer que essa é somente uma simulação, os valores podem variar conforme a administradora e o grupo contratado.

Como identificar a menor taxa de administração? 

O melhor jeito de descobrir qual o melhor grupo para adesão antes da contratação é fazendo simulações de consórcio! Através delas é possível encontrar o consórcio que disponibiliza as menores parcelas e a menor taxa de administração.

Por outro lado, é válido ressaltar que a pesquisa possibilita que o futuro consorciado confirme se as parcelas mensais se ajustam no orçamento familiar e se as condições contratuais vão se adequar — ou não, nos casos negativos — à sua realidade, algo indispensável para evitar desconfortos no futuro.

Mas preste atenção: nem sempre as empresas com as menores taxas são as mais confiáveis. Diante disso, antes de investir em um consórcio, pesquise um pouco mais sobre a administradora e verifique se ela já está consolidada no mercado. 

O que a taxa de administração vai cobrir?

A taxa de administração surge como pagamento pelos serviços realizados pela administradora de consórcio. Isso significa que ela cobre tudo que envolve o bom funcionamento do grupo. É válido observar que se não fosse a fiscalização da administradora, o investimento não seria seguro e diversas pessoas poderiam acabar sem os seus bens. 

Agora que estamos chegando ao fim deste conteúdo, você já deve ter percebido que o pagamento da taxa de administração em consórcio garante ao consorciado a prestação de serviços integral no decorrer do contrato, envolvendo assim todos os procedimentos para gestão do grupo, comunicação com os participantes, eficiência e transparência, ou seja, garantindo total segurança e garantias no cumprimento do contrato.


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