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10/2019

Como guardar dinheiro para comprar a casa própria?

A casa própria é um bem valioso que envolve uma série de fatores e exige um planejamento a longo prazo. Confira nossas dicas para realizar este sonho.

A pesquisa mais recente do Global Entrepreneurship Monitor, feita pelo Sebrae, mostrou que o maior desejo dos brasileiros é comprar a casa própria, que se estende para pelo menos 49% das pessoas.

Concretizar esse sonho, porém, é mais difícil do que se imagina. A casa própria é um dos bens mais valiosos que conquistamos e envolve uma série de fatores pessoais e situacionais.

É preciso um planejamento de longo prazo, já que estamos falando de um bem que ultrapassa os 6 dígitos de compra.

Para ajudar a realizar o sonho de comprar uma casa, confira nossas dicas.

Qual é a casa dos seus sonhos?

Como você visualiza o seu lar daqui a alguns anos? É necessário traçar um objetivo, para estabelecer um plano de ação.

Nessa etapa, muito cuidado. Você precisa avaliar seus rendimentos mensais e pensar em formas de como aplicá-lo para chegar lá. Fica difícil investir em uma mansão quando não se tem uma boa reserva financeira.

Se você estiver muito distante do sonho de uma casa do jeito que deseja, tenha um pouco de paciência. Às vezes, a conquista de um bem intermediário pode ser uma boa forma de negociar um imóvel de alto valor mais pra frente.

Organize suas finanças

Para comprar uma casa, é preciso que as suas finanças estejam bem organizadas. Se tiver dívidas, faça o possível para quitá-las o mais rápido possível.

Caso os gastos ultrapassem os seus rendimentos mensais, é preciso fazer pequenos ajustes, como diminuição do pacote de TV a cabo, diminuição do plano de telefone, redução de gastos com entretenimento, entre outras coisas.

Não seja muito radical nessa fase de corte de gastos; isso pode fazer com que o exercício de organizar as finanças seja frustrante e acabar comprometendo o plano de comprar uma casa.

Identifique o que é supérfluo e o que é importante para você. Para isso, tenha paciência e mire no longo prazo.

Qual a melhor forma de investir em uma casa?

A partir do momento em que você estiver em uma situação financeira confortável, já é hora do plano de ação.

Nessa etapa, muitas pessoas consideram a opção de financiar a casa. Além de exigir um valor de entrada de pelo menos 10% do total do imóvel, as instituições financeiras exigem que você ganhe, no mínimo, 3% o valor correspondente ao bem.

Ou seja, para aprovar um financiamento de R$ 200 mil, é necessário ter uma renda mensal de R$ 6 mil.

Você não precisa fazer um esforço descomunal para ter o bem que sempre quis. Por isso, pode contar com o consórcio imobiliário.

Assim, você consegue estabelecer o valor da carta de crédito e ajustar o valor das parcelas de acordo com o seu planejamento financeiro.

Pelo consórcio, não há cobrança de entrada ou de juros. Após a simulação, você fecha o contrato com um especialista UP e entra em um grupo de consórcio.

Diferentemente de outras administradoras, o UP só realiza a cobrança da taxa de administração, que remunera a empresa de consórcio, após a contemplação.

Isso significa que, de início, ao investir em um imóvel de R$ 150 mil, em 100 mensalidades, você começa pagando R$ 1.500 por mês, até ser contemplado. O valor de acréscimo da taxa de administração é passado para o consorciado já no momento da simulação.

Para saber mais sobre como comprar uma casa, baixe o nosso e-book "Ainda vale a pena investir na casa própria?".

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Concretizar esse sonho, porém, é mais difícil do que se imagina. A casa própria é um dos bens mais valiosos que conquistamos e envolve uma série de fatores pessoais e situacionais.

É preciso um planejamento de longo prazo, já que estamos falando de um bem que ultrapassa os 6 dígitos de compra.

Para ajudar a realizar o sonho de comprar uma casa, confira nossas dicas.

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Nessa etapa, muito cuidado. Você precisa avaliar seus rendimentos mensais e pensar em formas de como aplicá-lo para chegar lá. Fica difícil investir em uma mansão quando não se tem uma boa reserva financeira.

Se você estiver muito distante do sonho de uma casa do jeito que deseja, tenha um pouco de paciência. Às vezes, a conquista de um bem intermediário pode ser uma boa forma de negociar um imóvel de alto valor mais pra frente.

Organize suas finanças

Para comprar uma casa, é preciso que as suas finanças estejam bem organizadas. Se tiver dívidas, faça o possível para quitá-las o mais rápido possível.

Caso os gastos ultrapassem os seus rendimentos mensais, é preciso fazer pequenos ajustes, como diminuição do pacote de TV a cabo, diminuição do plano de telefone, redução de gastos com entretenimento, entre outras coisas.

Não seja muito radical nessa fase de corte de gastos; isso pode fazer com que o exercício de organizar as finanças seja frustrante e acabar comprometendo o plano de comprar uma casa.

Identifique o que é supérfluo e o que é importante para você. Para isso, tenha paciência e mire no longo prazo.

Qual a melhor forma de investir em uma casa?

A partir do momento em que você estiver em uma situação financeira confortável, já é hora do plano de ação.

Nessa etapa, muitas pessoas consideram a opção de financiar a casa. Além de exigir um valor de entrada de pelo menos 10% do total do imóvel, as instituições financeiras exigem que você ganhe, no mínimo, 3% o valor correspondente ao bem.

Ou seja, para aprovar um financiamento de R$ 200 mil, é necessário ter uma renda mensal de R$ 6 mil.

Você não precisa fazer um esforço descomunal para ter o bem que sempre quis. Por isso, pode contar com o consórcio imobiliário.

Assim, você consegue estabelecer o valor da carta de crédito e ajustar o valor das parcelas de acordo com o seu planejamento financeiro.

Pelo consórcio, não há cobrança de entrada ou de juros. Após a simulação, você fecha o contrato com um especialista UP e entra em um grupo de consórcio.

Diferentemente de outras administradoras, o UP só realiza a cobrança da taxa de administração, que remunera a empresa de consórcio, após a contemplação.

Isso significa que, de início, ao investir em um imóvel de R$ 150 mil, em 100 mensalidades, você começa pagando R$ 1.500 por mês, até ser contemplado. O valor de acréscimo da taxa de administração é passado para o consorciado já no momento da simulação.

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