10/2019

Dicas para melhorar o seu orçamento familiar

Guardar dinheiro sozinho já é complicado, mas em família a situação fica mais difícil. Saiba como se planejar para obter conquistas individuais e em conjunto.

Se guardar dinheiro individualmente já é complicado, imagina quando se trata de uma família? Melhorar o orçamento familiar é fundamental para quem busca conquistas em conjunto: seja para viajar, comprar uma casa, sair do aluguel, comprar um carro ou até mesmo se preparar para a chegada dos filhos.

Ou juntam forças para possibilitar conquistas individuais, como se organizar para que um realize o sonho da graduação ou o outro compre um smartphone de última geração, por exemplo.

Não importa a finalidade: o orçamento familiar é a melhor forma de fazer com que o casal não tropece com as contas e consiga ter uma perspectiva racional de como aplicar seus gastos, quando direcionar os esforços para a conquista de um bem e, claro, identificar os melhores momentos para curtir a vida viajando, saindo, comprando coisas novas.

A seguir, confira algumas dicas para melhorar o seu orçamento familiar:

Organize seus gastos

Antes de tudo, é preciso saber o que entra (receita) e o que sai (despesa) do orçamento familiar.

Vale a pena levar em consideração o perfil da família ou do casal: alguns dividem os salários por indivíduo, para que cada um tenha o mesmo percentual de despesas; outros, porém, juntam todos os valores que ganham para compor a receita familiar total.

Divisão de receita

Neste caso, vale a pena criar uma planilha que faça distinção dos valores de cada um. É normal que, em casos assim, o casal divida proporcionalmente todas as contas de casa.

O ideal é separar a planilha por categorias, para que tudo fique discriminado. Despesas fixas, como água, luz, telefone, internet e condomínio são compartilhados pelos dois, ou seja, costumam ser divididos numa proporção de 50-50.

Claro que cada casal costuma combinar esses gastos à sua maneira. O ideal é que tudo esteja registrado.

Se for o caso de fazer uma equação para que os gastos compartilhados representem o mesmo percentual para cada um, independente de seus respectivos salários, existem diversos modelos na internet de planilhas de gastos que levam esse aspecto em consideração.

Receita compartilhada

Mas, se o casal costuma encarar a entrada como algo único, independente do salário de cada um, fica mais fácil organizar os gastos.

Tudo que é despesa fica como saída; e o salário, como entrada.

Assim, é preciso listar e identificar todos os gastos: cartões de crédito, despesas fixas, despesas variáveis (alimentação, vestuário, lazer e gastos com transporte, por exemplo), educação e quanto pretende guardar, para conseguir visualizar todos os gastos mensais.

Estabeleça objetivos alcançáveis

O orçamento familiar precisa levar em consideração os objetivos dos casais.

Especialistas indicam que o ideal é reservar cerca de 30% de sua receita por mês. Para alguns casais, porém, essa meta pode ser irreal.

É aí que a planilha de gastos cumpre bem o seu papel: ao permitir visualizar todos os seus gastos, você tem melhores condições de planejar o seu futuro em curto, médio e longo prazo.

De início, o ideal é guardar o que for possível. Não se acanhe em começar com R$ 50, R$ 100, R$ 150. Dizem que poupar é como um vício: quanto mais você faz, mais quer guardar.

Exatamente por isso a planilha está ali, te lembrando a todo momento que você precisa guardar dinheiro até chegar ao percentual desejável.

Estabelecer objetivos, nesse caso, é crucial. Seja para a compra de um item de alto valor (notebook de última geração ou uma cama mais confortável, por exemplo) ou para fazer aquele curso de idiomas que tanto necessita em busca de uma promoção no emprego, é possível fazer uma lista de objetivos - alguns individuais e de interesse do casal, como uma viagem de férias, por exemplo.

Os objetivos devem ser classificados de acordo com o valor: a compra do notebook pode ser encarada como algo de curto prazo. A médio prazo pode-se pensar no curso de idiomas (que os dois podem fazer juntos, por que não?) e, a longo prazo, que tal a viagem dos sonhos para a Europa?

Dinheiro guardado, é hora de investir!

Os objetivos de curto, médio e longo prazo devem formar uma receita à parte dos ganhos do casal. Vai da vontade, urgência e da necessidade do casal o quanto destinar em prol de cada objetivo.

O importante é que o dinheiro destinado aos objetivos não comprometa a importância de reservar dinheiro.

Fundo de reserva

De início, especialistas em finanças pessoais recomendam utilizar a poupança para guardar dinheiro - principalmente quando se trata de um fundo de reserva, que deve ser acionado para situações emergenciais, como em casos de demissões, gastos com saúde, viagens urgentes ou imprevistos na casa ou no apartamento que necessitem de reparo imediato.

Para o fundo de reserva, o ideal é guardar pelo menos o equivalente a 6 meses da renda bruta do maior salário. Por exemplo, se um dos integrantes da família costuma ganhar R$ 5 mil, recomenda-se ter pelo menos R$ 30 mil no fundo de reserva.

Diversifique os investimentos

Com o fundo de reserva já garantido, é preciso guardar dinheiro para aposentadoria, que precisa de um percentual à parte - mesmo que cada um destine valor da Previdência pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), já previsto em regime CLT.

Além disso, você pode aplicar parte do dinheiro em fundos mais conservadores, como Tesouro Direto e o UP Consórcios, ou optar por fundos de renda variável, como aplicações na Bolsa de Valores. A efetiva gestão desses valores investidos é essencial para que você aumente seu patrimônio e faça seu dinheiro render mais.

Objetivos de médio e longo prazo: como fazer?

Com tantos motivos para se guardar dinheiro, fica fácil se perder, não é mesmo?

Por isso, se você tem como objetivo de longo prazo comprar uma casa própria ou trocar de carro, pode contar com o consórcio.

Você não precisa pagar entrada, não arca com altos valores de juros e pode selecionar um valor flexível de parcelas, de acordo com os seus rendimentos.

Se a ideia é fazer um curso superior, intercâmbio, planejar uma festa ou até uma cirurgia, ou seja, objetivos identificados como médio prazo, você pode contar com a categoria de consórcio de serviços.

Com cartas de crédito entre R$ 15 mil e R$ 30 mil, e a facilidade de ajustar a parcela de acordo com os seus rendimentos, o consórcio pode ajudar significativamente o seu planejamento, melhorando o seu orçamento familiar.

Faça já uma simulação no UP e saiba como o consórcio pode te ajudar a conquistar os seus objetivos.

Para saber com mais detalhes, baixe o nosso e-book de Educação Financeira, com detalhes precisos para você ficar craque na arte de usar o seu dinheiro de forma inteligente.

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Se guardar dinheiro individualmente já é complicado, imagina quando se trata de uma família? Melhorar o orçamento familiar é fundamental para quem busca conquistas em conjunto: seja para viajar, comprar uma casa, sair do aluguel, comprar um carro ou até mesmo se preparar para a chegada dos filhos.

Ou juntam forças para possibilitar conquistas individuais, como se organizar para que um realize o sonho da graduação ou o outro compre um smartphone de última geração, por exemplo.

Não importa a finalidade: o orçamento familiar é a melhor forma de fazer com que o casal não tropece com as contas e consiga ter uma perspectiva racional de como aplicar seus gastos, quando direcionar os esforços para a conquista de um bem e, claro, identificar os melhores momentos para curtir a vida viajando, saindo, comprando coisas novas.

A seguir, confira algumas dicas para melhorar o seu orçamento familiar:

Organize seus gastos

Antes de tudo, é preciso saber o que entra (receita) e o que sai (despesa) do orçamento familiar.

Vale a pena levar em consideração o perfil da família ou do casal: alguns dividem os salários por indivíduo, para que cada um tenha o mesmo percentual de despesas; outros, porém, juntam todos os valores que ganham para compor a receita familiar total.

Divisão de receita

Neste caso, vale a pena criar uma planilha que faça distinção dos valores de cada um. É normal que, em casos assim, o casal divida proporcionalmente todas as contas de casa.

O ideal é separar a planilha por categorias, para que tudo fique discriminado. Despesas fixas, como água, luz, telefone, internet e condomínio são compartilhados pelos dois, ou seja, costumam ser divididos numa proporção de 50-50.

Claro que cada casal costuma combinar esses gastos à sua maneira. O ideal é que tudo esteja registrado.

Se for o caso de fazer uma equação para que os gastos compartilhados representem o mesmo percentual para cada um, independente de seus respectivos salários, existem diversos modelos na internet de planilhas de gastos que levam esse aspecto em consideração.

Receita compartilhada

Mas, se o casal costuma encarar a entrada como algo único, independente do salário de cada um, fica mais fácil organizar os gastos.

Tudo que é despesa fica como saída; e o salário, como entrada.

Assim, é preciso listar e identificar todos os gastos: cartões de crédito, despesas fixas, despesas variáveis (alimentação, vestuário, lazer e gastos com transporte, por exemplo), educação e quanto pretende guardar, para conseguir visualizar todos os gastos mensais.

Estabeleça objetivos alcançáveis

O orçamento familiar precisa levar em consideração os objetivos dos casais.

Especialistas indicam que o ideal é reservar cerca de 30% de sua receita por mês. Para alguns casais, porém, essa meta pode ser irreal.

É aí que a planilha de gastos cumpre bem o seu papel: ao permitir visualizar todos os seus gastos, você tem melhores condições de planejar o seu futuro em curto, médio e longo prazo.

De início, o ideal é guardar o que for possível. Não se acanhe em começar com R$ 50, R$ 100, R$ 150. Dizem que poupar é como um vício: quanto mais você faz, mais quer guardar.

Exatamente por isso a planilha está ali, te lembrando a todo momento que você precisa guardar dinheiro até chegar ao percentual desejável.

Estabelecer objetivos, nesse caso, é crucial. Seja para a compra de um item de alto valor (notebook de última geração ou uma cama mais confortável, por exemplo) ou para fazer aquele curso de idiomas que tanto necessita em busca de uma promoção no emprego, é possível fazer uma lista de objetivos - alguns individuais e de interesse do casal, como uma viagem de férias, por exemplo.

Os objetivos devem ser classificados de acordo com o valor: a compra do notebook pode ser encarada como algo de curto prazo. A médio prazo pode-se pensar no curso de idiomas (que os dois podem fazer juntos, por que não?) e, a longo prazo, que tal a viagem dos sonhos para a Europa?

Dinheiro guardado, é hora de investir!

Os objetivos de curto, médio e longo prazo devem formar uma receita à parte dos ganhos do casal. Vai da vontade, urgência e da necessidade do casal o quanto destinar em prol de cada objetivo.

O importante é que o dinheiro destinado aos objetivos não comprometa a importância de reservar dinheiro.

Fundo de reserva

De início, especialistas em finanças pessoais recomendam utilizar a poupança para guardar dinheiro - principalmente quando se trata de um fundo de reserva, que deve ser acionado para situações emergenciais, como em casos de demissões, gastos com saúde, viagens urgentes ou imprevistos na casa ou no apartamento que necessitem de reparo imediato.

Para o fundo de reserva, o ideal é guardar pelo menos o equivalente a 6 meses da renda bruta do maior salário. Por exemplo, se um dos integrantes da família costuma ganhar R$ 5 mil, recomenda-se ter pelo menos R$ 30 mil no fundo de reserva.

Diversifique os investimentos

Com o fundo de reserva já garantido, é preciso guardar dinheiro para aposentadoria, que precisa de um percentual à parte - mesmo que cada um destine valor da Previdência pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), já previsto em regime CLT.

Além disso, você pode aplicar parte do dinheiro em fundos mais conservadores, como Tesouro Direto e o UP Consórcios, ou optar por fundos de renda variável, como aplicações na Bolsa de Valores. A efetiva gestão desses valores investidos é essencial para que você aumente seu patrimônio e faça seu dinheiro render mais.

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Com tantos motivos para se guardar dinheiro, fica fácil se perder, não é mesmo?

Por isso, se você tem como objetivo de longo prazo comprar uma casa própria ou trocar de carro, pode contar com o consórcio.

Você não precisa pagar entrada, não arca com altos valores de juros e pode selecionar um valor flexível de parcelas, de acordo com os seus rendimentos.

Se a ideia é fazer um curso superior, intercâmbio, planejar uma festa ou até uma cirurgia, ou seja, objetivos identificados como médio prazo, você pode contar com a categoria de consórcio de serviços.

Com cartas de crédito entre R$ 15 mil e R$ 30 mil, e a facilidade de ajustar a parcela de acordo com os seus rendimentos, o consórcio pode ajudar significativamente o seu planejamento, melhorando o seu orçamento familiar.

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