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07/2021

Como a nova nota de R$200 impacta a economia

No dia 29 foi anunciado pelo Banco Central (BC), o lançamento da nota de R$ 200. Isso significa que ao longo do ano devem estar circulando 450 milhões de unidades da nova cédula, que terá como personagem o lobo-guará e começará a ser produzida em Agosto (Agosto chegou!).

Esta novidade trouxe à tona algumas dúvidas em relação à sua inserção na economia brasileira. Afinal, estamos vivendo um período economicamente instável, cuja inflação está nos deixando atentos, além do aumento do dólar. De acordo com especialista em Economia, a nova cédula tem como objetivo atender ao aumento da demanda por dinheiro em espécie, algo que tem acontecido em consequência da pandemia do novo coronavírus.  

Qual impacto da nota de R$200 na economia

O aumento da demanda por cédulas em espécie tem relação com o fato de que, muitas pessoas ficam com medo do banco quebrar ou não conseguir chegar até o caixa por algum motivo em decorrência da pandemia, dessa forma, é uma necessidade das famílias e das empresas de reter esse dinheiro. Esse fenômeno é chamado de entesouramento na economia. E é essa a situação que nos encontramos. 

Além disso, vale reconhecer, segundo o especialista, que a impressão das novas cédulas não terá relação direta com a instabilidade da inflação. Isso porque, o maior impacto que estamos vivenciando é o da Covid-19. São muitas as incertezas em relação ao futuro econômico.

Não há indícios de que as novas cédulas tenham reflexos no valor do dólar. A emissão de moeda para facilitar entre os agentes econômicos (sociedade e empresas) não causa nenhum influência sobre o dólar no momento. As mudanças no valor do dólar ocorrem em razão da atividade econômica no Brasil, no exterior e a incerteza da Covid-19.

Segundo o Banco Central (BC), como a nota de R$200 impacta na economia

A principal justificativa do BC para a produção das novas cédulas está associada com a redução da atividade econômica. Aqui incluem-se os valores pagos em espécie aos beneficiários dos auxílios governamentais, caso não retornem com a velocidade esperada, afinal, há uma redução do volume de compras no comércio em geral. E nesse sentido, em momentos de crise como esta, podem haver saques para formação de reservas, o que desorganiza a circulação da moeda no território. 

O Banco Central (BC) ainda aponta que em Março, a quantidade de dinheiro em espécie com a população era de aproximadamente R$ 216 bilhões. A partir desse mês, esse montante começou a subir de forma mais rápida, e hoje está em R$ 277 bilhões.

A nova nota terá o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), trata-se de um mamífero típico do cerrado brasileiro, mas também habita outras áreas abertas ou de savana da América do Sul. Pode chegar a 30 quilos e medir 90 centímetros de altura. Uma curiosidade sobre esse tema, é que não é primeira vez que o lobo-guará aparece em nosso dinheiro. Entre dezembro de 1993 e setembro de 1994, ele estampou a moeda de 100,00 (cem) Cruzeiros Reais. Naquele contexto, foram cunhadas 90 milhões de unidades da moeda.

Pandemia de Covid-19: impactos na economia brasileira

Há uma pergunta presente em todos os lugares que não quer calar: afinal, até quando o Brasil sentirá os efeitos do coronavírus? Os impactos que a COVID 19 causa a uma economia semelhante ao Brasil podem ser os mais diversos. Entre eles estão: rupturas operacionais, dificuldade de encontrar fornecedores, desemprego, redução no consumo, entre outros desdobramentos. São efeitos da dinâmica econômica que têm um reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com estudos publicados nos últimos meses, para cada mês de isolamento social pode-se reduzir um ponto no PIB do país. Por outro lado, a estagnação da economia gera prejuízos para setores específicos.

Um exemplo disso é o setor de aviação civil mundial. Segundo um levantamento da BBC, é estimado que o prejuízo no mundo seja de aproximadamente 113 bilhões de dólares. Por outro lado, espera-se um grande aumento no consumo de produtos essenciais e higiene pessoal, principalmente, durante o período em que as pessoas ficarem isoladas em suas residências.

Impacto na economia: quais os efeitos do coronavírus na Bolsa de Valores

É chegada a hora de falarmos um pouco sobre os impactos da COVID-19 na Bolsa de Valores. O mês de Março foi marcado pela maior queda que os investidores, mesmo os mais antigos, testemunharam nas ações da Bolsa de Valores. O IBOVESPA, que já havia tendo um histórico de recordes de alta, chegando a incríveis 120.000 pontos, despencou 39,28% em pouco mais de um mês, alcançando os patamares da crise política de 2015 e 2016.

Pessoas que se inseriram nesse mercado em 2019, e foram impulsionados pela dinâmica de crescimento e expansão que vinha ocorrendo, foram pegos de surpresa com a grande queda no índice, que foi reflexo das reduções abruptas que ocorreram no preço das ações. A Bolsa de Valores chegou a ter um processo conhecido por circuit breaker que, sem muita cerimônia trata-se do encerramento das operações por determinado período de tempo após uma grande queda.

Em somente uma semana foram contabilizados 4 circuit breaker, algo nunca visto por investidores brasileiros, nem sequer durante a crise do Subprime por volta dos anos de 2008, que também deu uma balançada significativa na economia.

Voltando o olhar para o mercado de câmbio, o dólar disparou e ultrapassou a cifra dos R$ 5,00 mesmo com constantes intervenções do Banco Central para evitar chegar neste patamar. Essa queda pegou muitas pessoas de surpresa, porém, alguns investidores que tinham uma quantidade de capital alocado em ativos externos da Bolsa de Valores observaram esse momento como uma oportunidade para comprar mais ações com preço inferior, dessa forma, melhorando o preço médio de suas posições.

Além disso, o mês de Abril também foi singular, afinal, mesmo com o agravamento da doença, os papéis e o próprio IBOVESPA começaram a dar sinais de recuperação. O índice teve o fechamento do mês na casa dos 80.000 pontos, influenciado pela valorização das ações das principais empresas brasileiras.

Nesse sentido, tanto a recuperação do otimismo do mercado e reaquecimento da economia é algo que pode, certamente, demorar algum tempo para acontecer, porém, à medida que acontece a liberação do retorno ao funcionamento de alguns setores, a economia retorna ao funcionamento da normalidade, o otimismo dos investidores começa a se recuperar e, como consequência, os demais setores passam a se reestruturar para essa nova estrutura econômica, na qual estamos imersos a partir desta pandemia.

Para concluir, podemos dizer que os efeitos do coronavírus na economia são bastante intensos, mas, tudo isso irá passar e aos poucos as atividades voltarão ao normal. No entanto, novas formas de execução das atividades serão criadas e a tecnologia terá um papel ainda mais importante no dia a dia das empresas, independentemente do segmento. A nova cédula de R$ 200 pode trazer soluções a longo prazo para a economia brasileira. Vamos aguardar os próximos capítulos.

UP Consórcios, consórcio digital para suas conquistas

O UP Consórcios é uma fintech da Embracon que ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos com planejamento financeiro. Mais que moderno e digital, o UP é um consórcio transparente e o único consórcio sem nenhuma taxa até a contemplação. Outro diferencial do UP é a recompra garantida para a cota contemplada, com as parcelas pagas corrigidas pelo índice oficial da Poupança. 

Nova Nota de R$ 200 impacta a economia


Com o UP Consórcios você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo reserva e administrativa até a contemplação.

Até a próxima!

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No dia 29 foi anunciado pelo Banco Central (BC), o lançamento da nota de R$ 200. Isso significa que ao longo do ano devem estar circulando 450 milhões de unidades da nova cédula, que terá como personagem o lobo-guará e começará a ser produzida em Agosto (Agosto chegou!).

Esta novidade trouxe à tona algumas dúvidas em relação à sua inserção na economia brasileira. Afinal, estamos vivendo um período economicamente instável, cuja inflação está nos deixando atentos, além do aumento do dólar. De acordo com especialista em Economia, a nova cédula tem como objetivo atender ao aumento da demanda por dinheiro em espécie, algo que tem acontecido em consequência da pandemia do novo coronavírus.  

Qual impacto da nota de R$200 na economia

O aumento da demanda por cédulas em espécie tem relação com o fato de que, muitas pessoas ficam com medo do banco quebrar ou não conseguir chegar até o caixa por algum motivo em decorrência da pandemia, dessa forma, é uma necessidade das famílias e das empresas de reter esse dinheiro. Esse fenômeno é chamado de entesouramento na economia. E é essa a situação que nos encontramos. 

Além disso, vale reconhecer, segundo o especialista, que a impressão das novas cédulas não terá relação direta com a instabilidade da inflação. Isso porque, o maior impacto que estamos vivenciando é o da Covid-19. São muitas as incertezas em relação ao futuro econômico.

Não há indícios de que as novas cédulas tenham reflexos no valor do dólar. A emissão de moeda para facilitar entre os agentes econômicos (sociedade e empresas) não causa nenhum influência sobre o dólar no momento. As mudanças no valor do dólar ocorrem em razão da atividade econômica no Brasil, no exterior e a incerteza da Covid-19.

Segundo o Banco Central (BC), como a nota de R$200 impacta na economia

A principal justificativa do BC para a produção das novas cédulas está associada com a redução da atividade econômica. Aqui incluem-se os valores pagos em espécie aos beneficiários dos auxílios governamentais, caso não retornem com a velocidade esperada, afinal, há uma redução do volume de compras no comércio em geral. E nesse sentido, em momentos de crise como esta, podem haver saques para formação de reservas, o que desorganiza a circulação da moeda no território. 

O Banco Central (BC) ainda aponta que em Março, a quantidade de dinheiro em espécie com a população era de aproximadamente R$ 216 bilhões. A partir desse mês, esse montante começou a subir de forma mais rápida, e hoje está em R$ 277 bilhões.

A nova nota terá o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), trata-se de um mamífero típico do cerrado brasileiro, mas também habita outras áreas abertas ou de savana da América do Sul. Pode chegar a 30 quilos e medir 90 centímetros de altura. Uma curiosidade sobre esse tema, é que não é primeira vez que o lobo-guará aparece em nosso dinheiro. Entre dezembro de 1993 e setembro de 1994, ele estampou a moeda de 100,00 (cem) Cruzeiros Reais. Naquele contexto, foram cunhadas 90 milhões de unidades da moeda.

Pandemia de Covid-19: impactos na economia brasileira

Há uma pergunta presente em todos os lugares que não quer calar: afinal, até quando o Brasil sentirá os efeitos do coronavírus? Os impactos que a COVID 19 causa a uma economia semelhante ao Brasil podem ser os mais diversos. Entre eles estão: rupturas operacionais, dificuldade de encontrar fornecedores, desemprego, redução no consumo, entre outros desdobramentos. São efeitos da dinâmica econômica que têm um reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com estudos publicados nos últimos meses, para cada mês de isolamento social pode-se reduzir um ponto no PIB do país. Por outro lado, a estagnação da economia gera prejuízos para setores específicos.

Um exemplo disso é o setor de aviação civil mundial. Segundo um levantamento da BBC, é estimado que o prejuízo no mundo seja de aproximadamente 113 bilhões de dólares. Por outro lado, espera-se um grande aumento no consumo de produtos essenciais e higiene pessoal, principalmente, durante o período em que as pessoas ficarem isoladas em suas residências.

Impacto na economia: quais os efeitos do coronavírus na Bolsa de Valores

É chegada a hora de falarmos um pouco sobre os impactos da COVID-19 na Bolsa de Valores. O mês de Março foi marcado pela maior queda que os investidores, mesmo os mais antigos, testemunharam nas ações da Bolsa de Valores. O IBOVESPA, que já havia tendo um histórico de recordes de alta, chegando a incríveis 120.000 pontos, despencou 39,28% em pouco mais de um mês, alcançando os patamares da crise política de 2015 e 2016.

Pessoas que se inseriram nesse mercado em 2019, e foram impulsionados pela dinâmica de crescimento e expansão que vinha ocorrendo, foram pegos de surpresa com a grande queda no índice, que foi reflexo das reduções abruptas que ocorreram no preço das ações. A Bolsa de Valores chegou a ter um processo conhecido por circuit breaker que, sem muita cerimônia trata-se do encerramento das operações por determinado período de tempo após uma grande queda.

Em somente uma semana foram contabilizados 4 circuit breaker, algo nunca visto por investidores brasileiros, nem sequer durante a crise do Subprime por volta dos anos de 2008, que também deu uma balançada significativa na economia.

Voltando o olhar para o mercado de câmbio, o dólar disparou e ultrapassou a cifra dos R$ 5,00 mesmo com constantes intervenções do Banco Central para evitar chegar neste patamar. Essa queda pegou muitas pessoas de surpresa, porém, alguns investidores que tinham uma quantidade de capital alocado em ativos externos da Bolsa de Valores observaram esse momento como uma oportunidade para comprar mais ações com preço inferior, dessa forma, melhorando o preço médio de suas posições.

Além disso, o mês de Abril também foi singular, afinal, mesmo com o agravamento da doença, os papéis e o próprio IBOVESPA começaram a dar sinais de recuperação. O índice teve o fechamento do mês na casa dos 80.000 pontos, influenciado pela valorização das ações das principais empresas brasileiras.

Nesse sentido, tanto a recuperação do otimismo do mercado e reaquecimento da economia é algo que pode, certamente, demorar algum tempo para acontecer, porém, à medida que acontece a liberação do retorno ao funcionamento de alguns setores, a economia retorna ao funcionamento da normalidade, o otimismo dos investidores começa a se recuperar e, como consequência, os demais setores passam a se reestruturar para essa nova estrutura econômica, na qual estamos imersos a partir desta pandemia.

Para concluir, podemos dizer que os efeitos do coronavírus na economia são bastante intensos, mas, tudo isso irá passar e aos poucos as atividades voltarão ao normal. No entanto, novas formas de execução das atividades serão criadas e a tecnologia terá um papel ainda mais importante no dia a dia das empresas, independentemente do segmento. A nova cédula de R$ 200 pode trazer soluções a longo prazo para a economia brasileira. Vamos aguardar os próximos capítulos.

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Com o UP Consórcios você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

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