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03/2021

Como ensinar educação financeira para crianças e adolescentes

A ausência de educação financeira para crianças, adolescentes e jovens é um dos principais fatores que levam ao endividamento na vida adulta. O ideal é aprimorar esse conhecimento desde o início da sua relação com dinheiro. Dessa forma, a educação financeira para adolescentes e jovens atua como prevenção e combate ao superendividamento e visa a melhoria das suas finanças pessoais.

Como ensinar educação financeira para crianças e  adolescentes

A educação financeira aos filhos é essencial, afinal, será através dela que pessoas que ainda estão em processo de formação vão aprender a gerir seus recursos da melhor maneira possível, e com segurança. 

É na adolescência e juventude, entre 12 e 18 anos, em que o cérebro processa melhor estas informações, assimilando os hábitos saudáveis em sua rotina. Diante disso, acompanhe as dicas para ensinar educação financeira para crianças e adolescentes

O primeiro passo para educar financeiramente um jovem é compreender que eles têm uma forma própria de ver o mundo e aprender novas informações. É bem difícil que uma sala de aula convencional consiga prender a sua atenção, ainda mais quando falamos sobre a geração Z, que já nasceu totalmente conectada.

Diante disso, para trabalhar a educação financeira para adolescentes e jovens, uma alternativa interessante e bastante comum, é a utilização de jogos, conteúdos interativos e até mesmo filmes para alcançar este objetivo de maneira eficiente.

Ao ver os filhos crescendo, é possível inserir outras estratégias de educação financeira, algumas até tradicionais, como opções de livros sobre o assunto. Esses são recursos importantes no ensino sobre finanças pessoais para jovens, sejam estes livros didáticos ou não.Outras práticas para ensinar educação financeira aos filhos:

  • Poupança: abrir uma poupança para os filhos irá mostrar a eles que é preciso guardar parte dos seus próprios recursos para o futuro, mesmo que seja um objetivo de curto prazo. 
  • Mesada educativa: essa prática está totalmente relacionada com a poupança, pois pode servir como recompensa pelas tarefas cumpridas ao longo da semana, por exemplo. E ainda irá indicar como utilizar esse dinheiro da maneira correta.
  • Dê exemplo: não deixe de incluir os filhos no planejamento financeiro da família, mostrar como ele funciona, de onde vem o dinheiro e o seu valor. Para isso, é fundamental que os adultos que convivem com este jovem também saibam administrar as suas finanças. Isso porque, um pai endividado por conta de maus hábitos tende a transferir esse comportamento aos seus filhos.

Pais que são bons investidores tendem a fazer seus próprios recursos renderem. Dessa forma, a educação financeira para adolescentes e jovens começa com o aprimoramento dos pais e demais tutores. Aprender a poupar dinheiro começa por ter em mente um objetivo muito simples: você precisa gastar menos do que ganha. Pode parecer muito óbvio, mas muitos não conseguem atingir este objetivo dentro de um planejamento financeiro e se perdem. Resultado: ficam sempre no vermelho e precisam recorrer a empréstimos e afins para cobrir os rombos na conta. 

Como ensinar educação financeira para crianças e adolescentes


Aprender a poupar dinheiro exige avaliar as despesas de maneira objetiva, ter metas realistas e, sobretudo, determinação e persistência para mudar hábitos e economizar um pouco a cada mês até atingir seus objetivos financeiros.

Para concluir, consórcio é um investimento mais que seguro, do tipo ideal para quem não tem disciplina na hora de economizar. Além disso, é perfeito para quem tem um bom capital em mãos e busca aumentar seu patrimônio a custos baixos. Com o UP Consórcios é possível adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central.

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo reserva e administrativa até a contemplação.

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A ausência de educação financeira para crianças, adolescentes e jovens é um dos principais fatores que levam ao endividamento na vida adulta. O ideal é aprimorar esse conhecimento desde o início da sua relação com dinheiro. Dessa forma, a educação financeira para adolescentes e jovens atua como prevenção e combate ao superendividamento e visa a melhoria das suas finanças pessoais.

Como ensinar educação financeira para crianças e  adolescentes

A educação financeira aos filhos é essencial, afinal, será através dela que pessoas que ainda estão em processo de formação vão aprender a gerir seus recursos da melhor maneira possível, e com segurança. 

É na adolescência e juventude, entre 12 e 18 anos, em que o cérebro processa melhor estas informações, assimilando os hábitos saudáveis em sua rotina. Diante disso, acompanhe as dicas para ensinar educação financeira para crianças e adolescentes

O primeiro passo para educar financeiramente um jovem é compreender que eles têm uma forma própria de ver o mundo e aprender novas informações. É bem difícil que uma sala de aula convencional consiga prender a sua atenção, ainda mais quando falamos sobre a geração Z, que já nasceu totalmente conectada.

Diante disso, para trabalhar a educação financeira para adolescentes e jovens, uma alternativa interessante e bastante comum, é a utilização de jogos, conteúdos interativos e até mesmo filmes para alcançar este objetivo de maneira eficiente.

Ao ver os filhos crescendo, é possível inserir outras estratégias de educação financeira, algumas até tradicionais, como opções de livros sobre o assunto. Esses são recursos importantes no ensino sobre finanças pessoais para jovens, sejam estes livros didáticos ou não.Outras práticas para ensinar educação financeira aos filhos:

  • Poupança: abrir uma poupança para os filhos irá mostrar a eles que é preciso guardar parte dos seus próprios recursos para o futuro, mesmo que seja um objetivo de curto prazo. 
  • Mesada educativa: essa prática está totalmente relacionada com a poupança, pois pode servir como recompensa pelas tarefas cumpridas ao longo da semana, por exemplo. E ainda irá indicar como utilizar esse dinheiro da maneira correta.
  • Dê exemplo: não deixe de incluir os filhos no planejamento financeiro da família, mostrar como ele funciona, de onde vem o dinheiro e o seu valor. Para isso, é fundamental que os adultos que convivem com este jovem também saibam administrar as suas finanças. Isso porque, um pai endividado por conta de maus hábitos tende a transferir esse comportamento aos seus filhos.

Pais que são bons investidores tendem a fazer seus próprios recursos renderem. Dessa forma, a educação financeira para adolescentes e jovens começa com o aprimoramento dos pais e demais tutores. Aprender a poupar dinheiro começa por ter em mente um objetivo muito simples: você precisa gastar menos do que ganha. Pode parecer muito óbvio, mas muitos não conseguem atingir este objetivo dentro de um planejamento financeiro e se perdem. Resultado: ficam sempre no vermelho e precisam recorrer a empréstimos e afins para cobrir os rombos na conta. 

Como ensinar educação financeira para crianças e adolescentes


Aprender a poupar dinheiro exige avaliar as despesas de maneira objetiva, ter metas realistas e, sobretudo, determinação e persistência para mudar hábitos e economizar um pouco a cada mês até atingir seus objetivos financeiros.

Para concluir, consórcio é um investimento mais que seguro, do tipo ideal para quem não tem disciplina na hora de economizar. Além disso, é perfeito para quem tem um bom capital em mãos e busca aumentar seu patrimônio a custos baixos. Com o UP Consórcios é possível adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central.

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