06/2019

Saiba o que é inteligência financeira

Inteligência financeira é a capacidade de saber usar bem o seu dinheiro e envolve uma série de hábitos. Entenda o conceito e saiba como colocá-lo em prática.

Da mesma forma que as pessoas têm inteligência intelectual, com capacidade para interpretar conceitos teóricos complexos, e inteligência emocional, para saber lidar com as adversidades da vida, um novo conceito tem se tornado cada vez mais popular: a inteligência financeira.

Esse conceito não tem nada a ver com o quanto você tem na sua conta bancária.

Inteligência financeira é a capacidade de saber usar bem o seu dinheiro e envolve uma série de aprendizados que devem ser postos em prática o quanto antes. Afinal, quem não quer usar melhor a sua grana?

O que é inteligência financeira

Inteligência financeira foi um conceito introduzido pela primeira vez pelo autor Robert Kiyosaki, no best-seller Pai Rico Pai Pobre – O que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro.

Para ter inteligência financeira é necessário desenvolver quatro habilidades:

● Alfabetização financeira: saber como funcionam os números, ou seja, compreender que a receita deve se sobrepor às despesas e se organizar para que o seu salário (ou a renda familiar) seja suficiente para cobrir todos os gastos e, ainda por cima, garantir uma reserva.

● Estratégia financeira: nessa etapa, é preciso ter ciência que, com a aplicação certa, se faz mais dinheiro. A partir daqui, muitas pessoas começam a verificar como diversificar seus investimentos. Afinal, apostar todas as fichas em um investimento só pode ser uma roubada!

● Entendimento o mercado: acompanhar os índices, saber quais setores são mais rentáveis, ou seja, estar sempre munido de informações sobre como os diferentes mercados se comportam dentro do contexto econômico nacional e internacional.

● Entendimento das leis: as operações financeiras devem ser legais. Não dá para aplicar seu dinheiro em uma atividade proibida. Além do risco de perder todo o seu dinheiro, você corre o risco de ser preso e ter seus valores confiscados.

Como melhorar minha inteligência financeira

O primeiro passo é entender que você precisa dedicar um bom tempo para decidir o que fazer para o seu dinheiro render mais.

Essa etapa envolve uma reflexão que leva em consideração os gostos pessoais. Não adianta cortar tudo o que envolve o seu bem-estar, por exemplo, e fazer o possível e impossível para guardar mais dinheiro.

Para que as coisas deem certo, é preciso uma projeção realista. Reduzir gastos supérfluos pode ser um bom caminho inicial: optar por planos mais enxutos de celular e TV a cabo, diminuição do uso do cartão de crédito e usar transporte público em vez do carro para trabalhar, por exemplo, podem gerar uma economia considerável no final do mês.

Vale lembrar que a inteligência financeira é parte de um processo. Atitudes radicais podem ser vantajosas no começo, mas tendem a ser rompidas cedo demais, principalmente se exigirem esforço demais.

Foco nos objetivos

Comece guardando dinheiro aos poucos. O importante é que você comece a encarar o ato de poupar como algo que faça parte do seu dia a dia. Para que você consiga aumentar o montante guardado, estabeleça objetivos a médio e longo prazo. Dessa forma, naturalmente surge a necessidade de reservar mais dinheiro.

Na prática, você desenvolve sua inteligência financeira e, aos poucos, conquista novos bens e aumenta o seu patrimônio.

Para saber com mais profundidade sobre educação financeira, baixe o nosso e-book para ficar craque no assunto.

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Esse conceito não tem nada a ver com o quanto você tem na sua conta bancária.

Inteligência financeira é a capacidade de saber usar bem o seu dinheiro e envolve uma série de aprendizados que devem ser postos em prática o quanto antes. Afinal, quem não quer usar melhor a sua grana?

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Inteligência financeira foi um conceito introduzido pela primeira vez pelo autor Robert Kiyosaki, no best-seller Pai Rico Pai Pobre – O que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro.

Para ter inteligência financeira é necessário desenvolver quatro habilidades:

● Alfabetização financeira: saber como funcionam os números, ou seja, compreender que a receita deve se sobrepor às despesas e se organizar para que o seu salário (ou a renda familiar) seja suficiente para cobrir todos os gastos e, ainda por cima, garantir uma reserva.

● Estratégia financeira: nessa etapa, é preciso ter ciência que, com a aplicação certa, se faz mais dinheiro. A partir daqui, muitas pessoas começam a verificar como diversificar seus investimentos. Afinal, apostar todas as fichas em um investimento só pode ser uma roubada!

● Entendimento o mercado: acompanhar os índices, saber quais setores são mais rentáveis, ou seja, estar sempre munido de informações sobre como os diferentes mercados se comportam dentro do contexto econômico nacional e internacional.

● Entendimento das leis: as operações financeiras devem ser legais. Não dá para aplicar seu dinheiro em uma atividade proibida. Além do risco de perder todo o seu dinheiro, você corre o risco de ser preso e ter seus valores confiscados.

Como melhorar minha inteligência financeira

O primeiro passo é entender que você precisa dedicar um bom tempo para decidir o que fazer para o seu dinheiro render mais.

Essa etapa envolve uma reflexão que leva em consideração os gostos pessoais. Não adianta cortar tudo o que envolve o seu bem-estar, por exemplo, e fazer o possível e impossível para guardar mais dinheiro.

Para que as coisas deem certo, é preciso uma projeção realista. Reduzir gastos supérfluos pode ser um bom caminho inicial: optar por planos mais enxutos de celular e TV a cabo, diminuição do uso do cartão de crédito e usar transporte público em vez do carro para trabalhar, por exemplo, podem gerar uma economia considerável no final do mês.

Vale lembrar que a inteligência financeira é parte de um processo. Atitudes radicais podem ser vantajosas no começo, mas tendem a ser rompidas cedo demais, principalmente se exigirem esforço demais.

Foco nos objetivos

Comece guardando dinheiro aos poucos. O importante é que você comece a encarar o ato de poupar como algo que faça parte do seu dia a dia. Para que você consiga aumentar o montante guardado, estabeleça objetivos a médio e longo prazo. Dessa forma, naturalmente surge a necessidade de reservar mais dinheiro.

Na prática, você desenvolve sua inteligência financeira e, aos poucos, conquista novos bens e aumenta o seu patrimônio.

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