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03/2021

É possível comprar um veiculo que está financiado com consórcio?

O financiamento é uma das maneiras mais comuns de adquirir bens de forma parcelada e imediata. Porém, na batalha entre duas modalidades de compra; consórcio e financiamento, o financiamento é a grande vencedora. Afinal, o consórcio é muito menos burocrático, você não paga juros e, além disso, a carta de crédito do consórcio pode ser usada para quitar um veículo financiado. Está curioso para saber como funciona? Continue a leitura!

Como utilizar a carta de crédito para quitar financiamento?

Quitar financiamento garante o desconto sobre juros futuros. Ou seja, se livrar dos juros que você pagaria, mas que, com a quitação, deixará de pagar.

No financiamento de carro, ou de imóvel, os juros são extremamente altos. Mas, se é possível quitar com antecedência, elimina-se os juros futuros. A quitação é sempre bem vinda, principalmente nesse caso (financiamento? tô fora!).

Para quitar o financiamento, há duas opções: o pagamento à vista ou a carta de crédito.

Infelizmente, para quem optou por fazer financiamento, não é sempre que é fácil pagá-lo à vista. Dessa maneira, a carta de crédito surge como uma excelente opção para quem quer ficar livre dos juros de financiamento.

Em qual momento é possível quitar o financiamento com consórcio?

Após entrar no consórcio, há o momento em que o participante é sorteado ou oferece o lance, a partir daí ele adquire a carta de crédito e pode utilizar esse recurso liberado para saldar sua dívida.

Se o valor da carta de crédito é superior ao valor necessário, o que sobra pode ser utilizado para cobrir despesas da documentação do imóvel, por exemplo: tributos de transação, taxas de registro imobiliário e até diminuir o saldo devedor. 

O prazo é outro importante aspecto a ser pensado, pois se o financiamento era de 30 anos e uma pessoa, após pagar por 10 anos, consegue eliminá-lo, serão 20 anos a menos de juros! Com esse ‘’resgate de dinheiro’’ é possível ter uma vida muito mais tranquila! 

Requisitos para quitar financiamento com carta de crédito

A quitação de financiamento com carta de crédito é regulamentada pela lei dos consórcios (Lei nº 11.1795/2008). Como em toda grande comunicação financeira, há requisitos a serem respeitados nessa operação: 

  • o financiamento e a carta de crédito devem estar no nome da mesma pessoa;
  • o grupo de consórcio e o contrato de financiamento não podem ser de antes de 2009;
  • um financiamento de carro, por exemplo, só pode ser quitado com uma carta de crédito e automóveis devidamente contemplada, ou seja, os dois contratos devem ser do mesmo segmento;
  • é necessário que a carta de crédito tenha valor igual ou superior ao saldo devido à instituição financeira, para fins de quitação do financiamento.

Após verificar todas essas condições, o consórcio é responsável por fazer uma análise de crédito, ali, serão bem avaliados se o valor bate com o que está sendo declarado e pago na operação.

Por que quitar dívidas com consórcio?

1. Parcelas facilitadas: planejamento financeiro

Não existe a possibilidade de criar um patrimônio de uma vez só, como em um passe de mágica. O consórcio é um facilitador, afinal, ele oferece a possibilidade de construir patrimônio a médio e longo prazos por meio do pagamento de parcelas flexíveis.

Esse é um diferencial em relação às parcelas de um financiamento: ao final os juros costumam dificultar a construção de um patrimônio, sobretudo aqueles que estão começando. A matemática aqui é simples: quem comprou o primeiro apartamento pagando 3 imóveis ao banco, deixou de comprar dois! Sim, pagar juros está fora de cogitação para quem quer começar a construir seu patrimônio de forma estratégica.

e-possivel-comprar-um-veiculo-que-esta-financiado-com-consorcio

2. Controle de gastos e custos mais baixos para bens de grande valor

Outra questão sempre a favor do consórcio na vida dos jovens é o fato de ele oferecer bens de valor mais alto a custos menores. Bens de grande valor como:  casas, apartamentos, terrenos, carros — bens que, sem dúvida nenhuma, constituem a base de todo patrimônio. Outros itens de valor podem ser destacados como o consórcio de serviços: intercâmbio, cirurgia plástica e outros. 

Um imóvel pode se tornar parte integrante do patrimônio de um jovem a custos bem mais baixos que um financiamento. E como a compra de imóveis à vista é algo mais raro, que acontece com mais frequência somente quando se trata de uma troca de imóvel com uma pequena diferença de valor, o consórcio também se consolida como a alternativa de compra mais acessível. 

De modo geral, para o restante da população, a solução é o financiamento ou o consórcio. Sabemos muito bem que os custos de um financiamento nem sempre são compatíveis com a renda do brasileiro (basta considerar outros compromissos financeiros).

Para comprovar este cenário, basta comparar o CET de um financiamento imobiliário com os custos totais de um consórcio. Independentemente do sistema de amortização escolhido (SAC, Price, SAM), os custos do consórcio serão bem menores. O motivo está diante da realidade de que o máximo que o consórcio cobra é a taxa de administração, diluída ao longo de todo o prazo do plano.

3. Caminho mais rápido para aquisição do bem

O consórcio é um investimento a médio ou longo prazo, mas apesar disso,  é o caminho mais rápido para um jovem construir seu patrimônio. Considere, por exemplo, o tempo necessário para juntar certa quantia de dinheiro para comprar um imóvel à vista — ele pode levar muitos anos e, durante esse período, o bem pode aumentar de valor. Por outro lado, poupar sozinho sempre requer uma disciplina que exige rigor. A verdade é que, muitas vezes, torna-se necessário mexer no dinheiro que está sendo economizado, e isso aumenta o tempo de espera para a aquisição do bem.

O consórcio é a maneira mais eficaz de conseguir seu objetivo. Trata-se de um compromisso que o jovem assume, uma poupança turbinada, mas com a diferença de que é bem mais segura, já que ele não guarda o dinheiro sozinho, entregando-o a uma administradora que vai gerenciar o capital e garantir sua atualização, ou seja, a carta de crédito é reajustada para garantir o poder de compra do consorciado.

Além disso, pode-se considerar uma contemplação antecipada por meio de sorteios e lances. Um consórcio imobiliário, por exemplo, pode durar até 15 anos, mas você pode se programar para um prazo menor. Já um consórcio de carros pode durar de 5 a 8 anos, sendo possível reduzir esse prazo, a partir da oferta de lances ou quando você é sorteado.

4. Flexibilidade

Não há burocracia no momento da adesão. Durante o período de consórcio, você poderá até trocar de carta de crédito: caso sinta que as parcelas pesam demais em seu orçamento, a opção é uma carta de crédito mais barata, além de também poder vendê-la para outro consorciado ou pessoa interessada.

Após ser contemplado, você poderá escolher o bem que quiser dentro da categoria do grupo escolhido (imóvel ou veículo), optar por um modelo mais barato de carro ou mais caro (completando a diferença); ou, outra opção, comprar outro tipo de veículo no lugar de um carro. Da mesma maneira, com o consórcio de imóvel: poderá comprar casa, apartamento, terreno ou chácara, em qualquer local que escolher. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre.


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Como utilizar a carta de crédito para quitar financiamento?

Quitar financiamento garante o desconto sobre juros futuros. Ou seja, se livrar dos juros que você pagaria, mas que, com a quitação, deixará de pagar.

No financiamento de carro, ou de imóvel, os juros são extremamente altos. Mas, se é possível quitar com antecedência, elimina-se os juros futuros. A quitação é sempre bem vinda, principalmente nesse caso (financiamento? tô fora!).

Para quitar o financiamento, há duas opções: o pagamento à vista ou a carta de crédito.

Infelizmente, para quem optou por fazer financiamento, não é sempre que é fácil pagá-lo à vista. Dessa maneira, a carta de crédito surge como uma excelente opção para quem quer ficar livre dos juros de financiamento.

Em qual momento é possível quitar o financiamento com consórcio?

Após entrar no consórcio, há o momento em que o participante é sorteado ou oferece o lance, a partir daí ele adquire a carta de crédito e pode utilizar esse recurso liberado para saldar sua dívida.

Se o valor da carta de crédito é superior ao valor necessário, o que sobra pode ser utilizado para cobrir despesas da documentação do imóvel, por exemplo: tributos de transação, taxas de registro imobiliário e até diminuir o saldo devedor. 

O prazo é outro importante aspecto a ser pensado, pois se o financiamento era de 30 anos e uma pessoa, após pagar por 10 anos, consegue eliminá-lo, serão 20 anos a menos de juros! Com esse ‘’resgate de dinheiro’’ é possível ter uma vida muito mais tranquila! 

Requisitos para quitar financiamento com carta de crédito

A quitação de financiamento com carta de crédito é regulamentada pela lei dos consórcios (Lei nº 11.1795/2008). Como em toda grande comunicação financeira, há requisitos a serem respeitados nessa operação: 

  • o financiamento e a carta de crédito devem estar no nome da mesma pessoa;
  • o grupo de consórcio e o contrato de financiamento não podem ser de antes de 2009;
  • um financiamento de carro, por exemplo, só pode ser quitado com uma carta de crédito e automóveis devidamente contemplada, ou seja, os dois contratos devem ser do mesmo segmento;
  • é necessário que a carta de crédito tenha valor igual ou superior ao saldo devido à instituição financeira, para fins de quitação do financiamento.

Após verificar todas essas condições, o consórcio é responsável por fazer uma análise de crédito, ali, serão bem avaliados se o valor bate com o que está sendo declarado e pago na operação.

Por que quitar dívidas com consórcio?

1. Parcelas facilitadas: planejamento financeiro

Não existe a possibilidade de criar um patrimônio de uma vez só, como em um passe de mágica. O consórcio é um facilitador, afinal, ele oferece a possibilidade de construir patrimônio a médio e longo prazos por meio do pagamento de parcelas flexíveis.

Esse é um diferencial em relação às parcelas de um financiamento: ao final os juros costumam dificultar a construção de um patrimônio, sobretudo aqueles que estão começando. A matemática aqui é simples: quem comprou o primeiro apartamento pagando 3 imóveis ao banco, deixou de comprar dois! Sim, pagar juros está fora de cogitação para quem quer começar a construir seu patrimônio de forma estratégica.

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2. Controle de gastos e custos mais baixos para bens de grande valor

Outra questão sempre a favor do consórcio na vida dos jovens é o fato de ele oferecer bens de valor mais alto a custos menores. Bens de grande valor como:  casas, apartamentos, terrenos, carros — bens que, sem dúvida nenhuma, constituem a base de todo patrimônio. Outros itens de valor podem ser destacados como o consórcio de serviços: intercâmbio, cirurgia plástica e outros. 

Um imóvel pode se tornar parte integrante do patrimônio de um jovem a custos bem mais baixos que um financiamento. E como a compra de imóveis à vista é algo mais raro, que acontece com mais frequência somente quando se trata de uma troca de imóvel com uma pequena diferença de valor, o consórcio também se consolida como a alternativa de compra mais acessível. 

De modo geral, para o restante da população, a solução é o financiamento ou o consórcio. Sabemos muito bem que os custos de um financiamento nem sempre são compatíveis com a renda do brasileiro (basta considerar outros compromissos financeiros).

Para comprovar este cenário, basta comparar o CET de um financiamento imobiliário com os custos totais de um consórcio. Independentemente do sistema de amortização escolhido (SAC, Price, SAM), os custos do consórcio serão bem menores. O motivo está diante da realidade de que o máximo que o consórcio cobra é a taxa de administração, diluída ao longo de todo o prazo do plano.

3. Caminho mais rápido para aquisição do bem

O consórcio é um investimento a médio ou longo prazo, mas apesar disso,  é o caminho mais rápido para um jovem construir seu patrimônio. Considere, por exemplo, o tempo necessário para juntar certa quantia de dinheiro para comprar um imóvel à vista — ele pode levar muitos anos e, durante esse período, o bem pode aumentar de valor. Por outro lado, poupar sozinho sempre requer uma disciplina que exige rigor. A verdade é que, muitas vezes, torna-se necessário mexer no dinheiro que está sendo economizado, e isso aumenta o tempo de espera para a aquisição do bem.

O consórcio é a maneira mais eficaz de conseguir seu objetivo. Trata-se de um compromisso que o jovem assume, uma poupança turbinada, mas com a diferença de que é bem mais segura, já que ele não guarda o dinheiro sozinho, entregando-o a uma administradora que vai gerenciar o capital e garantir sua atualização, ou seja, a carta de crédito é reajustada para garantir o poder de compra do consorciado.

Além disso, pode-se considerar uma contemplação antecipada por meio de sorteios e lances. Um consórcio imobiliário, por exemplo, pode durar até 15 anos, mas você pode se programar para um prazo menor. Já um consórcio de carros pode durar de 5 a 8 anos, sendo possível reduzir esse prazo, a partir da oferta de lances ou quando você é sorteado.

4. Flexibilidade

Não há burocracia no momento da adesão. Durante o período de consórcio, você poderá até trocar de carta de crédito: caso sinta que as parcelas pesam demais em seu orçamento, a opção é uma carta de crédito mais barata, além de também poder vendê-la para outro consorciado ou pessoa interessada.

Após ser contemplado, você poderá escolher o bem que quiser dentro da categoria do grupo escolhido (imóvel ou veículo), optar por um modelo mais barato de carro ou mais caro (completando a diferença); ou, outra opção, comprar outro tipo de veículo no lugar de um carro. Da mesma maneira, com o consórcio de imóvel: poderá comprar casa, apartamento, terreno ou chácara, em qualquer local que escolher. 

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