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03/2021

Como ensinar educação financeira para crianças

Uma das grandes preocupações dos pais é ensinar educação financeira para os filhos. A vida passa e só vai mostrando a importância de ter uma relação saudável com o dinheiro. Diante disso, o aprendizado que eles têm na infância irá refletir na vida adulta, quando eles forem trabalhar, gerir as próprias finanças e se sustentar.

Nesse sentido, a melhor forma para olhar o futuro com esperança é pensando na educação financeira para crianças, e ela deve começar dentro de casa. Ou seja, com os pais agindo como orientadores e fomentadores da consciência econômica dos filhotes. 

Confira neste conteúdo como tornar todo esse processo mais fácil! 

Como ensinar educação financeira para crianças 

1. Mesada educativa

Muitas crianças têm o primeiro contato real com o dinheiro a partir da famosa mesadinha. É nesse momento que a criança vai começar a entender um pouco mais sobre gestão financeira. Por isso, é importante que elas tenham um valor fixo, compatível com a idade, com uma frequência regular.

A melhor alternativa é utilizar esse recurso como um aliado, e assim orientar os pequenos sobre como consumir com responsabilidade, poupar, entre outros temas que envolvem finanças. Entretanto, é muito importante que você deixe seu filho livre para decidir o destino do dinheiro recebido, afinal, apenas aliando a informação que você está tornando disponível e a experiência própria dele na prática que será demonstrado como está sendo utilizado o dinheiro. 

Importante: evite associar a mesada aos estudos. Isso porque o dinheiro não pode servir como estímulo para um bom desempenho escolar, certo?

As crianças precisam entender que tirar notas boas é uma responsabilidade delas. Oferecer dinheiro em troca disso pode não ser uma boa ideia. 

2. Estimule o hábito de poupar

Quando falamos sobre mesada, direcionamos a importância da poupança. Uma vez que as crianças passam a receber mesada, principalmente no início, muitas se sentem inclinadas a gastar com comida ou brinquedos, por exemplo. No entanto, que tal apoiá-lo a juntar dinheiro para comprar algo maior que tudo isso? 

Sem que ele aja por impulso e consiga racionalizar o próprio dinheiro

É o momento perfeito para aconselhar seu filho. Conversar sobre valores, diferença entre gastos, poupança e investimento.

A conversa pode ter um caminho simples: gastos trata-se daquilo que ele compra ou consome no presente. Poupança é para aquilo que ele deseja comprar ou realizar em algumas semanas ou meses, e por isso é necessário planejamento. E por último, o investimento é uma reserva financeira de longo prazo. A partir do entendimento sobre poupar, a criança irá manter esse hábito e saberá tirar melhor proveito da mesada.

3. Ensine o seu filho a comprar o que é realmente útil

Outra ação de grande importância para ensinar educação financeira para crianças é orientá-las para compreender o que é realmente útil de ser consumido. Apesar de parecer uma tarefa complicada, não é. 

 

A princípio, basta que você explique a diferença entre o que é necessidade básica, ou seja, o que ele realmente precisa — como alimentação, vestuário e higiene — e o que é gasto supérfluo, que geralmente é o que ele deseja porque ‘’viu em algum lugar’’ ou ‘’fulano tem’’  — como brinquedos.

Feito isso, é essencial que você estimule seu filho a ter objetivos para o dinheiro. Ele realmente quer aquele brinquedo ou foi influenciado? Assim, desde criança é possível aprender a valorizar o que ganha e só consumir o que de fato ele precisa naquele momento.

4. Converse sobre o seu trabalho e por que você é pago por ele

Não é novidade para ninguém que crianças têm curiosidade pelo trabalho dos pais e, em algumas ocasiões, até chegam a visitá-los durante o serviço. É algo que fica para sempre na memória das crianças. Até hoje me recordo das vezes que fui ao trabalho dos meus pais.

Diante disso, aproveite esse momento, quando elas fizerem perguntas ou tiverem dúvidas sobre seu emprego, para conversar sobre o que é o salário. Essa é uma excelente oportunidade para ensinar o valor do dinheiro

Que tal começar esclarecendo que a sua remuneração é a soma de três fatores distintos: o custo atribuído ao seu esforço, o tempo dedicado à sua função e o conhecimento que você adquiriu ao longo dos anos? 

Dessa forma, além de falar sobre o valor do dinheiro, você poderá desenvolver outros assuntos que julga importante para formação do seu filho. 

5. Explique o que é o cartão de crédito 

Ao ir aprendendo a lidar com o dinheiro na infância, é essencial que você explique também como funciona o cartão de crédito. Na visão das crianças, e até mesmo de muitos adultos, o cartão funciona como um ‘’dinheiro extra’’, e isso não é verdade.

Que tal conversar sobre o gasto com o cartão de crédito implica desconto em seu salário?  E que, caso não seja um consumo planejado, poderá afetar o orçamento familiar?

Pode ser um bom começo, e você poderá exemplificar que diferente de quando você compra com dinheiro em espécie, o crédito possui juros que são cobrados mensalmente e fazem o valor final do produto ou serviço ser mais caro, e por isso é sempre mais vantajoso pagar à vista.

6. Inclua a criança em alguma decisão financeira

Outra maneira de ensinar educação financeira para crianças e ter sucesso é incluir os pequenos nas decisões de casa. E isso pode ser feito facilmente em situações do dia a dia, como a de ir ao supermercado, por exemplo.

Dica: tire uma tarefa para seu filho que seja de fazer uma lista com os produtos necessários naquela compra e o faça escolher pelos produtos em promoção ou que estejam mais baratos. Dessa forma, ele irá compreender custos e desenvolverá o instinto de comparar preços. Outra dica é separar uma pequena quantia e dar a ele para que compre algo que queira. E assim, ao pesquisar e comparar preços, ele desenvolve o raciocínio lógico e a capacidade de memorização.



Aprender a poupar dinheiro irá exigir avaliar as despesas de forma objetiva, ter metas realistas e, principalmente, determinação e persistência para mudar hábitos e economizar um pouco a cada mês até atingir seus objetivos financeiros. 


Confira nosso Podcast: Educação Financeira para Crianças | Podcast Inventando Moda


Para concluir, consórcio é um investimento mais que seguro, do tipo ideal para quem não tem disciplina na hora de economizar. Além disso, é perfeito para quem tem um bom capital em mãos e busca aumentar seu patrimônio a custos baixos. Com o UP Consórcios é possível adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

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Como ensinar educação financeira para crianças

Como ensinar educação financeira para crianças

Uma das grandes preocupações dos pais é ensinar educação financeira para os filhos. A vida passa e só vai mostrando a importância de ter uma relação saudável com o dinheiro. Diante disso, o aprendizado que eles têm na infância irá refletir na vida adulta, quando eles forem trabalhar, gerir as próprias finanças e se sustentar.

Nesse sentido, a melhor forma para olhar o futuro com esperança é pensando na educação financeira para crianças, e ela deve começar dentro de casa. Ou seja, com os pais agindo como orientadores e fomentadores da consciência econômica dos filhotes. 

Confira neste conteúdo como tornar todo esse processo mais fácil! 

Como ensinar educação financeira para crianças 

1. Mesada educativa

Muitas crianças têm o primeiro contato real com o dinheiro a partir da famosa mesadinha. É nesse momento que a criança vai começar a entender um pouco mais sobre gestão financeira. Por isso, é importante que elas tenham um valor fixo, compatível com a idade, com uma frequência regular.

A melhor alternativa é utilizar esse recurso como um aliado, e assim orientar os pequenos sobre como consumir com responsabilidade, poupar, entre outros temas que envolvem finanças. Entretanto, é muito importante que você deixe seu filho livre para decidir o destino do dinheiro recebido, afinal, apenas aliando a informação que você está tornando disponível e a experiência própria dele na prática que será demonstrado como está sendo utilizado o dinheiro. 

Importante: evite associar a mesada aos estudos. Isso porque o dinheiro não pode servir como estímulo para um bom desempenho escolar, certo?

As crianças precisam entender que tirar notas boas é uma responsabilidade delas. Oferecer dinheiro em troca disso pode não ser uma boa ideia. 

2. Estimule o hábito de poupar

Quando falamos sobre mesada, direcionamos a importância da poupança. Uma vez que as crianças passam a receber mesada, principalmente no início, muitas se sentem inclinadas a gastar com comida ou brinquedos, por exemplo. No entanto, que tal apoiá-lo a juntar dinheiro para comprar algo maior que tudo isso? 

Sem que ele aja por impulso e consiga racionalizar o próprio dinheiro

É o momento perfeito para aconselhar seu filho. Conversar sobre valores, diferença entre gastos, poupança e investimento.

A conversa pode ter um caminho simples: gastos trata-se daquilo que ele compra ou consome no presente. Poupança é para aquilo que ele deseja comprar ou realizar em algumas semanas ou meses, e por isso é necessário planejamento. E por último, o investimento é uma reserva financeira de longo prazo. A partir do entendimento sobre poupar, a criança irá manter esse hábito e saberá tirar melhor proveito da mesada.

3. Ensine o seu filho a comprar o que é realmente útil

Outra ação de grande importância para ensinar educação financeira para crianças é orientá-las para compreender o que é realmente útil de ser consumido. Apesar de parecer uma tarefa complicada, não é. 

 

A princípio, basta que você explique a diferença entre o que é necessidade básica, ou seja, o que ele realmente precisa — como alimentação, vestuário e higiene — e o que é gasto supérfluo, que geralmente é o que ele deseja porque ‘’viu em algum lugar’’ ou ‘’fulano tem’’  — como brinquedos.

Feito isso, é essencial que você estimule seu filho a ter objetivos para o dinheiro. Ele realmente quer aquele brinquedo ou foi influenciado? Assim, desde criança é possível aprender a valorizar o que ganha e só consumir o que de fato ele precisa naquele momento.

4. Converse sobre o seu trabalho e por que você é pago por ele

Não é novidade para ninguém que crianças têm curiosidade pelo trabalho dos pais e, em algumas ocasiões, até chegam a visitá-los durante o serviço. É algo que fica para sempre na memória das crianças. Até hoje me recordo das vezes que fui ao trabalho dos meus pais.

Diante disso, aproveite esse momento, quando elas fizerem perguntas ou tiverem dúvidas sobre seu emprego, para conversar sobre o que é o salário. Essa é uma excelente oportunidade para ensinar o valor do dinheiro

Que tal começar esclarecendo que a sua remuneração é a soma de três fatores distintos: o custo atribuído ao seu esforço, o tempo dedicado à sua função e o conhecimento que você adquiriu ao longo dos anos? 

Dessa forma, além de falar sobre o valor do dinheiro, você poderá desenvolver outros assuntos que julga importante para formação do seu filho. 

5. Explique o que é o cartão de crédito 

Ao ir aprendendo a lidar com o dinheiro na infância, é essencial que você explique também como funciona o cartão de crédito. Na visão das crianças, e até mesmo de muitos adultos, o cartão funciona como um ‘’dinheiro extra’’, e isso não é verdade.

Que tal conversar sobre o gasto com o cartão de crédito implica desconto em seu salário?  E que, caso não seja um consumo planejado, poderá afetar o orçamento familiar?

Pode ser um bom começo, e você poderá exemplificar que diferente de quando você compra com dinheiro em espécie, o crédito possui juros que são cobrados mensalmente e fazem o valor final do produto ou serviço ser mais caro, e por isso é sempre mais vantajoso pagar à vista.

6. Inclua a criança em alguma decisão financeira

Outra maneira de ensinar educação financeira para crianças e ter sucesso é incluir os pequenos nas decisões de casa. E isso pode ser feito facilmente em situações do dia a dia, como a de ir ao supermercado, por exemplo.

Dica: tire uma tarefa para seu filho que seja de fazer uma lista com os produtos necessários naquela compra e o faça escolher pelos produtos em promoção ou que estejam mais baratos. Dessa forma, ele irá compreender custos e desenvolverá o instinto de comparar preços. Outra dica é separar uma pequena quantia e dar a ele para que compre algo que queira. E assim, ao pesquisar e comparar preços, ele desenvolve o raciocínio lógico e a capacidade de memorização.



Aprender a poupar dinheiro irá exigir avaliar as despesas de forma objetiva, ter metas realistas e, principalmente, determinação e persistência para mudar hábitos e economizar um pouco a cada mês até atingir seus objetivos financeiros. 


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Para concluir, consórcio é um investimento mais que seguro, do tipo ideal para quem não tem disciplina na hora de economizar. Além disso, é perfeito para quem tem um bom capital em mãos e busca aumentar seu patrimônio a custos baixos. Com o UP Consórcios é possível adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

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