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03/2022

Educação financeira para jovens: dicas de planejamento financeiro

Educação financeira para jovens: dicas de planejamento financeiro

Todos sabem da importância de se equilibrar a vida financeira, embora nem todos sejam capazes de fazer do planejamento financeiro um hábito cotidiano.

Através do planejamento, é possível organizar e formular estratégias para gerir nosso dinheiro com responsabilidade e, assim, conquistar nossos objetivos de vida.

O planejamento financeiro é ideal para jovens, pois é um grande aliado quando se trata de alcançar nossas metas: comprar apartamento, comprar automóvel, planejar a aposentadoria, entre outras.

Por isso, é essencial reconhecer o valor de organizar as finanças pessoais e segurar as pontas para os momentos desafiadores não serem tão “duros”.

Neste artigo, vamos te ajudar a ter uma relação melhor com o seu dinheiro. Para isso, separamos algumas dicas sobre como manter um planejamento financeiro funcional. Prepare o papel e a caneta! 

Educação financeira para jovens: 5 dicas de planejamento financeiro

Quando somos jovens, existem diversos caminhos para escolher. Geralmente, entramos em uma faculdade e no mercado de trabalho, e é, a partir disso, que começamos a lidar com nossas próprias finanças. 

No entanto, são muitos os desafios que surgem nessa fase da vida, é aqui que nos vemos diante de diversas oportunidades e desafios, afinal, a transição para a vida adulta é “sem massagem”. 

Uma das grandes vantagens do planejamento financeiro, na fase jovem da vida, é que você terá maior controle orçamentário e, com isso, irá cuidar do seu dinheiro (que pode ser restrito por você ser jovem no mercado de trabalho) com sucesso. Agora acompanhe nossas 5 dicas de educação financeira para jovens e faça seu planejamento financeiro com sabedoria. 

educacao-financeira-para-jovens-dicas-de-planejamento-financeiro

1. Faça uma lista de seus gastos

Primeiramente, o mais indicado é que você faça uma lista para conhecer seus próprios gastos de forma precisa. Esse é o começo do planejamento financeiro

Para isso, você pode utilizar tanto sua mão e um caderno quanto usar um aplicativo para anotar cada despesa do seu dia. Registre todas as saídas de dinheiro e organize os custos de acordo com sua natureza – como alimentação, transporte, lazer e estudos.

O ato será fundamental para que você consiga visualizar as áreas da sua vida em que gasta dinheiro demais e que podem ter o desperdício reduzido. Esse acompanhamento também servirá de base para que você faça uma previsão de custos para os próximos meses, estipulando também as metas de melhoria para sua situação financeira.

Lembre-se também de controlar seus ganhos, seja a bolsa do estágio, seu salário, bolsa-auxílio, os recebimentos por serviços freelancer, ou, até mesmo, aquela ajudinha que seus pais ainda te dão para auxiliá-lo no pagamento das contas. 

Claro, você está entendendo, mas é basicamente isso: faça anotações para ver o caminho que o dinheiro faz quando entra e sai da sua conta, pensando em mudanças positivas para seu bolso.

2. Defina algumas metas

A partir do momento em que você sabe como está sua situação financeira, já tem condições de planejar o cenário para o futuro. Comece definindo metas de corte de despesas no curto prazo, depois disso, estabeleça um objetivo de poupança que seja possível cumprir nos próximos meses e anos.

As metas começam com o pagamento daquilo que você quer investir, como um intercâmbio, comprar o primeiro carro ao se formar, ou mesmo, iniciar uma poupança para, eventualmente, garantir sua aposentadoria. O essencial é que as metas sejam realizáveis, ou seja, saiam do escopo de “plano ideal”, assim, possam ter seu cumprimento acompanhado ao longo do tempo.

Também é importante traçar quais serão as estratégias e práticas que pretende adotar para alcançar tais objetivos. Dessa maneira, você irá economizar em lazer, começar uma poupança ou entrar em um consórcio de médio/longo prazo. Depois de colocar tudo no papel, suas conquistas podem começar a ganhar forma e, por consequência, sua motivação para dar prosseguimento aos planos aumenta!

3. Invista no crescimento

Se você ainda pode contar com o apoio de familiares para garantir parte da renda, isso é ótimo, contudo, é importante que comece a trabalhar de forma mais séria para conseguir se manter com as próprias pernas.

O mais recomendável é colocar em mente que, para alcançar esse objetivo, sua segurança financeira deve acompanhar seu crescimento profissional.

Investir na carreira é, principalmente, apostar em educação e capacitação. Por isso, vale a pena buscar cursos técnicos para aumentar suas chances no mercado. Antes disso, entenda que esse investimento deve caber no seu orçamento atual! O consórcio para se capacitar também é uma opção que vale a pena dar uma conferida. 

4. Reveja hábitos de consumo

Para o planejamento financeiro dar certo, é fundamental cortar custos. Mas calma, não se desespere, isso não significa que você deve diminuir sua qualidade de vida – como deixar de fazer programas de lazer. Na prática, trata-se de conseguir organizar os hábitos de consumo, acessando serviços e produtos que, realmente, irão se encaixar no orçamento.

Por isso, nada de pular etapas. Comece por pequenos hábitos, como diminuir as refeições feitas fora de casa, ou gastos excessivos com Uber (em especial, naqueles trajetos curtos, sabe?). Esses são aspectos que podem alcançar grandes impactos nas finanças. Afinal, levar a comida de casa é muito mais barato. Isso sem contar que pode ser uma boa maneira de conseguir desenvolver seus dotes culinários.

Algumas outras ações, que podem ser diferenciais importantes, é optar pelo transporte público no dia a dia em vez do carro. Compartilhe os gastos e custos e desenvolva a educação financeira para alcançar grandes conquistas. 

5. Poupe e invista

O planejamento financeiro é responsável por fazer a diferença, se você conseguir alcançá-lo. Assim, no final do mês, você conseguirá quitar todas as contas e despesas pessoais e ainda terá um pouquinho de dinheiro como reserva.

O ponto é que a proporção de quanto dos seus ganhos deve ser destinada à economia precisa ser definida como uma meta prévia. Esse valor pode ter os seguintes fins: poupança para servir de reserva de emergência ou investimento para gerar ganhos futuros.

Do contrário do que muitos pensam, investir não está restrito somente aos ricos. Fato é que investir é importante para todas as classes, mesmo para quem ganha pouco. Isso porque existem alternativas mais baratas e acessíveis. O consórcio é um exemplo disso.

O consórcio age como uma poupança conjunta na qual são pagas pequenas mensalidades, sendo o tempo do consórcio e seu objetivo definidos antes de entrar no consórcio

Com os benefícios dessa modalidade de compra, é que você consegue planejar suas conquistas e também vale como previdência privada. Isso porque quanto mais cedo você começar a contribuir, menor será o peso da parcela nas suas finanças. 

E tem mais: existem outras opções que também estão ao alcance dos jovens, como entrar em um grupo de consórcio para comprar um imóvel, um carro, fazer uma cirurgia plástica, fazer intercâmbio e muito mais. 

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Agora você sabe como fazer um planejamento financeiro para jovens. Aproveite e faça uma simulação de consórcio para alcançar grandes conquistas!


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Através do planejamento, é possível organizar e formular estratégias para gerir nosso dinheiro com responsabilidade e, assim, conquistar nossos objetivos de vida.

O planejamento financeiro é ideal para jovens, pois é um grande aliado quando se trata de alcançar nossas metas: comprar apartamento, comprar automóvel, planejar a aposentadoria, entre outras.

Por isso, é essencial reconhecer o valor de organizar as finanças pessoais e segurar as pontas para os momentos desafiadores não serem tão “duros”.

Neste artigo, vamos te ajudar a ter uma relação melhor com o seu dinheiro. Para isso, separamos algumas dicas sobre como manter um planejamento financeiro funcional. Prepare o papel e a caneta! 

Educação financeira para jovens: 5 dicas de planejamento financeiro

Quando somos jovens, existem diversos caminhos para escolher. Geralmente, entramos em uma faculdade e no mercado de trabalho, e é, a partir disso, que começamos a lidar com nossas próprias finanças. 

No entanto, são muitos os desafios que surgem nessa fase da vida, é aqui que nos vemos diante de diversas oportunidades e desafios, afinal, a transição para a vida adulta é “sem massagem”. 

Uma das grandes vantagens do planejamento financeiro, na fase jovem da vida, é que você terá maior controle orçamentário e, com isso, irá cuidar do seu dinheiro (que pode ser restrito por você ser jovem no mercado de trabalho) com sucesso. Agora acompanhe nossas 5 dicas de educação financeira para jovens e faça seu planejamento financeiro com sabedoria. 

educacao-financeira-para-jovens-dicas-de-planejamento-financeiro

1. Faça uma lista de seus gastos

Primeiramente, o mais indicado é que você faça uma lista para conhecer seus próprios gastos de forma precisa. Esse é o começo do planejamento financeiro

Para isso, você pode utilizar tanto sua mão e um caderno quanto usar um aplicativo para anotar cada despesa do seu dia. Registre todas as saídas de dinheiro e organize os custos de acordo com sua natureza – como alimentação, transporte, lazer e estudos.

O ato será fundamental para que você consiga visualizar as áreas da sua vida em que gasta dinheiro demais e que podem ter o desperdício reduzido. Esse acompanhamento também servirá de base para que você faça uma previsão de custos para os próximos meses, estipulando também as metas de melhoria para sua situação financeira.

Lembre-se também de controlar seus ganhos, seja a bolsa do estágio, seu salário, bolsa-auxílio, os recebimentos por serviços freelancer, ou, até mesmo, aquela ajudinha que seus pais ainda te dão para auxiliá-lo no pagamento das contas. 

Claro, você está entendendo, mas é basicamente isso: faça anotações para ver o caminho que o dinheiro faz quando entra e sai da sua conta, pensando em mudanças positivas para seu bolso.

2. Defina algumas metas

A partir do momento em que você sabe como está sua situação financeira, já tem condições de planejar o cenário para o futuro. Comece definindo metas de corte de despesas no curto prazo, depois disso, estabeleça um objetivo de poupança que seja possível cumprir nos próximos meses e anos.

As metas começam com o pagamento daquilo que você quer investir, como um intercâmbio, comprar o primeiro carro ao se formar, ou mesmo, iniciar uma poupança para, eventualmente, garantir sua aposentadoria. O essencial é que as metas sejam realizáveis, ou seja, saiam do escopo de “plano ideal”, assim, possam ter seu cumprimento acompanhado ao longo do tempo.

Também é importante traçar quais serão as estratégias e práticas que pretende adotar para alcançar tais objetivos. Dessa maneira, você irá economizar em lazer, começar uma poupança ou entrar em um consórcio de médio/longo prazo. Depois de colocar tudo no papel, suas conquistas podem começar a ganhar forma e, por consequência, sua motivação para dar prosseguimento aos planos aumenta!

3. Invista no crescimento

Se você ainda pode contar com o apoio de familiares para garantir parte da renda, isso é ótimo, contudo, é importante que comece a trabalhar de forma mais séria para conseguir se manter com as próprias pernas.

O mais recomendável é colocar em mente que, para alcançar esse objetivo, sua segurança financeira deve acompanhar seu crescimento profissional.

Investir na carreira é, principalmente, apostar em educação e capacitação. Por isso, vale a pena buscar cursos técnicos para aumentar suas chances no mercado. Antes disso, entenda que esse investimento deve caber no seu orçamento atual! O consórcio para se capacitar também é uma opção que vale a pena dar uma conferida. 

4. Reveja hábitos de consumo

Para o planejamento financeiro dar certo, é fundamental cortar custos. Mas calma, não se desespere, isso não significa que você deve diminuir sua qualidade de vida – como deixar de fazer programas de lazer. Na prática, trata-se de conseguir organizar os hábitos de consumo, acessando serviços e produtos que, realmente, irão se encaixar no orçamento.

Por isso, nada de pular etapas. Comece por pequenos hábitos, como diminuir as refeições feitas fora de casa, ou gastos excessivos com Uber (em especial, naqueles trajetos curtos, sabe?). Esses são aspectos que podem alcançar grandes impactos nas finanças. Afinal, levar a comida de casa é muito mais barato. Isso sem contar que pode ser uma boa maneira de conseguir desenvolver seus dotes culinários.

Algumas outras ações, que podem ser diferenciais importantes, é optar pelo transporte público no dia a dia em vez do carro. Compartilhe os gastos e custos e desenvolva a educação financeira para alcançar grandes conquistas. 

5. Poupe e invista

O planejamento financeiro é responsável por fazer a diferença, se você conseguir alcançá-lo. Assim, no final do mês, você conseguirá quitar todas as contas e despesas pessoais e ainda terá um pouquinho de dinheiro como reserva.

O ponto é que a proporção de quanto dos seus ganhos deve ser destinada à economia precisa ser definida como uma meta prévia. Esse valor pode ter os seguintes fins: poupança para servir de reserva de emergência ou investimento para gerar ganhos futuros.

Do contrário do que muitos pensam, investir não está restrito somente aos ricos. Fato é que investir é importante para todas as classes, mesmo para quem ganha pouco. Isso porque existem alternativas mais baratas e acessíveis. O consórcio é um exemplo disso.

O consórcio age como uma poupança conjunta na qual são pagas pequenas mensalidades, sendo o tempo do consórcio e seu objetivo definidos antes de entrar no consórcio

Com os benefícios dessa modalidade de compra, é que você consegue planejar suas conquistas e também vale como previdência privada. Isso porque quanto mais cedo você começar a contribuir, menor será o peso da parcela nas suas finanças. 

E tem mais: existem outras opções que também estão ao alcance dos jovens, como entrar em um grupo de consórcio para comprar um imóvel, um carro, fazer uma cirurgia plástica, fazer intercâmbio e muito mais. 

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