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05/2021

Organização financeira é a palavra de ordem para grandes conquistas!

Responda para si mesmo uma pergunta importante: como é a sua relação com o dinheiro? 

O primeiro passo para uma vida financeira estável é entender, de uma vez por todas, os hábitos que você tem com seu capital pessoal. Para isso, observe a situação das suas finanças e quais são seus objetivos para o futuro

Feito isso, esteja pronto para colocar em prática 2 estratégias fundamentais para melhorar sua relação com o dinheiro: planejamento e organização financeira.

Não tenha dúvidas que começar o ano com uma boa saúde financeira irá fazer toda a diferença, principalmente se você está mirando grandes conquistas!

Importância da organização financeira para alcançar grandes conquistas

Pensar em uma organização financeira agrega muito mais valor a sua vida pessoal. Sejamos sinceros, do tipo que joga na cara mesmo: os tempos não estão fáceis, mas as conquistas não podem parar, certo? 

Para isso, é fundamental ter um planejamento financeiro, afinal, nada como um conjunto de ações positivas com o objetivo de alcançar uma conquista! É a partir de estratégias para cumprir seus objetivos e compromissos que você ficará livre de estresses e muito mais aliviado das dívidas. 

O principal obstáculo nas finanças pessoais, principalmente para os jovens, é compreender como o próprio dinheiro é gasto. E é justamente por isso que é essencial estimar o volume de receitas, despesas e gastos. Combinando planejamento e organização financeira é possível acompanhar, de maneira clara, o movimento de suas receitas e despesas. 

Faça uma reflexão: Estou gastando mais do que recebo? Quais são os meus gastos mensais? Quais são meus objetivos com meu dinheiro? 

Entre outras várias perguntas para si, conversar consigo mesmo é o caminho certo para uma organização financeira que ninguém vai botar defeito (muito menos seus pais). 

O consórcio permite que você faça investimento a partir de um planejamento consistente, respeitando todos os desafios financeiros em meio a crise econômica

Sabe como? 

Nós te contamos!

1. Parcelas facilitadas

Não existe a possibilidade de criar um patrimônio de uma vez só, como em um passe de mágica. O consórcio é um facilitador para os jovens, afinal, ele oferece a possibilidade de construir patrimônio a médio e longo prazos por meio do pagamento de parcelas flexíveis.

No consórcio, outra vantagem que merece destaque é que um jovem que já começa a conquistar  usando o consórcio como modalidade de crédito, provavelmente nunca vai pagar juros na vida! Adeus Bancos!

Esse é um diferencial em relação às parcelas de um financiamento: ao final os juros costumam dificultar a construção de um patrimônio pelos jovens, sobretudo aqueles que estão começando. A matemática aqui é simples: quem compra o primeiro apartamento pagando 3 imóveis ao banco, deixou de comprar dois! Sim, pagar juros está fora de cogitação para quem quer começar a construir seu patrimônio de forma estratégica.

organizacao-financeira-e-a-palavra-de-ordem-para-grandes-conquistas

2. Custos mais baixos para bens de grande valor

Outra questão sempre a favor do consórcio na vida dos jovens é o fato de ele oferecer bens de valor mais alto a custos menores. Bens de grande valor como:  casas, apartamentos, terrenos, carros — bens que, sem dúvida nenhuma, constituem a base de todo patrimônio. Outros itens de valor podem ser destacados como o consórcio de serviços: intercâmbio, cirurgia plástica e outros. 

Um imóvel pode se tornar parte integrante do patrimônio de um jovem a custos bem mais baixos que um financiamento. E como a compra de imóveis à vista é algo mais raro, que acontece com mais frequência somente quando tratamos de uma troca de imóvel com uma pequena diferença de valor, o consórcio também se consolida como a alternativa de compra mais acessível. 

De modo geral, para o restante da população, a solução é o financiamento ou o consórcio. Sabemos muito bem que os custos de um financiamento nem sempre são compatíveis com a renda do brasileiro (basta considerar outros compromissos financeiros).

Para comprovar este cenário, basta comparar o CET de um financiamento imobiliário com os custos totais de um consórcio. Independentemente do sistema de amortização escolhido (SAC, Price, SAM), os custos do consórcio serão bem menores. O motivo está no fato de que o consórcio só cobra  a taxa de administração, diluída ao longo de todo o prazo do plano.

3. Caminho mais rápido para aquisição do bem

O consórcio é um investimento a médio ou longo prazo, mas apesar disso,  é o caminho mais rápido para um jovem construir seu patrimônio. Considere, por exemplo, o tempo necessário para juntar certa quantia de dinheiro para comprar um imóvel à vista — ele pode levar muitos anos e, durante esse período, o bem pode aumentar de valor. Por outro lado, poupar sozinho  sempre requer uma disciplina que exige rigor. A verdade é que, muitas vezes, torna-se necessário mexer no dinheiro que está sendo economizado, e isso aumenta o tempo de espera para a aquisição do bem.

O consórcio é uma maneira mais eficaz de conseguir seu objetivo. Trata-se de um compromisso que o jovem assume, uma poupança turbinada, mas com a diferença de que é bem mais segura, já que ele não guarda o dinheiro sozinho, entregando-o a uma administradora que vai gerenciar o capital e garantir sua atualização, ou seja, a carta de crédito é reajustada para garantir o poder de compra do consorciado.

Além disso, pode-se considerar que você vai receber o crédito antes de terminar de pagar, por meio de uma contemplação antecipada via sorteios ou lances. Um consórcio imobiliário, por exemplo, pode durar até 15 anos; já um consórcio de carros pode durar de 5 a 8 anos, mas você pode se programar para quitar em um prazo menor. 

4. Segurança

O consórcio é um investimento seguro, regulamentado pelo Banco Central. O importante é certificar-se de que a administradora está credenciada para realizar o negócio (no próprio site do Banco Central).

Por conta da desvalorização da caderneta de poupança, o consórcio tornou-se a maneira mais segura de poupar e aumentar seu patrimônio. O dinheiro fica bem guardado durante todo o processo, passa por reajustes e, ao final, o consorciado vai receber sua recompensa na forma do bem almejado.

Outra questão a considerar é que a carta contemplada, porém não utilizada, fica em um fundo de investimento de curto prazo, oferecendo rendimentos mensais. A grande sacada aqui é que o consorciado tem rendimentos sobre o crédito contratado, ou seja, se ele foi contemplado em uma carta de 200 mil, por exemplo, e pagou apenas 40 mil reais, ainda assim os rendimentos são sobre o crédito disponível. Imagine tirar aqueles 40 mil investidos em um fundo, usar como lance em uma carta de 200 mil e passar a receber rendimentos sobre os 200 mil? Ainda acha que consórcio não é investimento?

Dessa forma, o que acontece no consórcio é isso: o jovem consegue poupar e receber o dinheiro poupado ao final de tudo, seja na forma de um bem, seja na forma de dinheiro (apenas a taxa administrativa não é devolvida).

5. Flexibilidade

No geral, uma coisa que os jovens detestam é o rigor. Com o consórcio não existe isso. Não há burocracia no momento da adesão. Durante o período de consórcio, ele poderá até trocar de carta de crédito: caso sinta que as parcelas pesam demais em seu orçamento, a opção é uma carta de crédito mais barata, além de também poder vendê-la para outro consorciado ou pessoa interessada.

Após ser contemplado, ele poderá escolher o bem que quiser dentro da categoria do grupo escolhido (imóvel ou veículo), optar por um modelo mais barato de carro ou mais caro (completando a diferença); ou, outra opção, comprar outro tipo de automóvel no lugar de um carro. Da mesma maneira, com o consórcio de imóvel: poderá comprar casa, apartamento, terreno ou chácara, em qualquer local que escolher. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo reserva e administrativa até a contemplação. 




Simule seu consórcio agora mesmo!

Simule agora

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Não tenha dúvidas que começar o ano com uma boa saúde financeira irá fazer toda a diferença, principalmente se você está mirando grandes conquistas!

Importância da organização financeira para alcançar grandes conquistas

Pensar em uma organização financeira agrega muito mais valor a sua vida pessoal. Sejamos sinceros, do tipo que joga na cara mesmo: os tempos não estão fáceis, mas as conquistas não podem parar, certo? 

Para isso, é fundamental ter um planejamento financeiro, afinal, nada como um conjunto de ações positivas com o objetivo de alcançar uma conquista! É a partir de estratégias para cumprir seus objetivos e compromissos que você ficará livre de estresses e muito mais aliviado das dívidas. 

O principal obstáculo nas finanças pessoais, principalmente para os jovens, é compreender como o próprio dinheiro é gasto. E é justamente por isso que é essencial estimar o volume de receitas, despesas e gastos. Combinando planejamento e organização financeira é possível acompanhar, de maneira clara, o movimento de suas receitas e despesas. 

Faça uma reflexão: Estou gastando mais do que recebo? Quais são os meus gastos mensais? Quais são meus objetivos com meu dinheiro? 

Entre outras várias perguntas para si, conversar consigo mesmo é o caminho certo para uma organização financeira que ninguém vai botar defeito (muito menos seus pais). 

O consórcio permite que você faça investimento a partir de um planejamento consistente, respeitando todos os desafios financeiros em meio a crise econômica

Sabe como? 

Nós te contamos!

1. Parcelas facilitadas

Não existe a possibilidade de criar um patrimônio de uma vez só, como em um passe de mágica. O consórcio é um facilitador para os jovens, afinal, ele oferece a possibilidade de construir patrimônio a médio e longo prazos por meio do pagamento de parcelas flexíveis.

No consórcio, outra vantagem que merece destaque é que um jovem que já começa a conquistar  usando o consórcio como modalidade de crédito, provavelmente nunca vai pagar juros na vida! Adeus Bancos!

Esse é um diferencial em relação às parcelas de um financiamento: ao final os juros costumam dificultar a construção de um patrimônio pelos jovens, sobretudo aqueles que estão começando. A matemática aqui é simples: quem compra o primeiro apartamento pagando 3 imóveis ao banco, deixou de comprar dois! Sim, pagar juros está fora de cogitação para quem quer começar a construir seu patrimônio de forma estratégica.

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2. Custos mais baixos para bens de grande valor

Outra questão sempre a favor do consórcio na vida dos jovens é o fato de ele oferecer bens de valor mais alto a custos menores. Bens de grande valor como:  casas, apartamentos, terrenos, carros — bens que, sem dúvida nenhuma, constituem a base de todo patrimônio. Outros itens de valor podem ser destacados como o consórcio de serviços: intercâmbio, cirurgia plástica e outros. 

Um imóvel pode se tornar parte integrante do patrimônio de um jovem a custos bem mais baixos que um financiamento. E como a compra de imóveis à vista é algo mais raro, que acontece com mais frequência somente quando tratamos de uma troca de imóvel com uma pequena diferença de valor, o consórcio também se consolida como a alternativa de compra mais acessível. 

De modo geral, para o restante da população, a solução é o financiamento ou o consórcio. Sabemos muito bem que os custos de um financiamento nem sempre são compatíveis com a renda do brasileiro (basta considerar outros compromissos financeiros).

Para comprovar este cenário, basta comparar o CET de um financiamento imobiliário com os custos totais de um consórcio. Independentemente do sistema de amortização escolhido (SAC, Price, SAM), os custos do consórcio serão bem menores. O motivo está no fato de que o consórcio só cobra  a taxa de administração, diluída ao longo de todo o prazo do plano.

3. Caminho mais rápido para aquisição do bem

O consórcio é um investimento a médio ou longo prazo, mas apesar disso,  é o caminho mais rápido para um jovem construir seu patrimônio. Considere, por exemplo, o tempo necessário para juntar certa quantia de dinheiro para comprar um imóvel à vista — ele pode levar muitos anos e, durante esse período, o bem pode aumentar de valor. Por outro lado, poupar sozinho  sempre requer uma disciplina que exige rigor. A verdade é que, muitas vezes, torna-se necessário mexer no dinheiro que está sendo economizado, e isso aumenta o tempo de espera para a aquisição do bem.

O consórcio é uma maneira mais eficaz de conseguir seu objetivo. Trata-se de um compromisso que o jovem assume, uma poupança turbinada, mas com a diferença de que é bem mais segura, já que ele não guarda o dinheiro sozinho, entregando-o a uma administradora que vai gerenciar o capital e garantir sua atualização, ou seja, a carta de crédito é reajustada para garantir o poder de compra do consorciado.

Além disso, pode-se considerar que você vai receber o crédito antes de terminar de pagar, por meio de uma contemplação antecipada via sorteios ou lances. Um consórcio imobiliário, por exemplo, pode durar até 15 anos; já um consórcio de carros pode durar de 5 a 8 anos, mas você pode se programar para quitar em um prazo menor. 

4. Segurança

O consórcio é um investimento seguro, regulamentado pelo Banco Central. O importante é certificar-se de que a administradora está credenciada para realizar o negócio (no próprio site do Banco Central).

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Outra questão a considerar é que a carta contemplada, porém não utilizada, fica em um fundo de investimento de curto prazo, oferecendo rendimentos mensais. A grande sacada aqui é que o consorciado tem rendimentos sobre o crédito contratado, ou seja, se ele foi contemplado em uma carta de 200 mil, por exemplo, e pagou apenas 40 mil reais, ainda assim os rendimentos são sobre o crédito disponível. Imagine tirar aqueles 40 mil investidos em um fundo, usar como lance em uma carta de 200 mil e passar a receber rendimentos sobre os 200 mil? Ainda acha que consórcio não é investimento?

Dessa forma, o que acontece no consórcio é isso: o jovem consegue poupar e receber o dinheiro poupado ao final de tudo, seja na forma de um bem, seja na forma de dinheiro (apenas a taxa administrativa não é devolvida).

5. Flexibilidade

No geral, uma coisa que os jovens detestam é o rigor. Com o consórcio não existe isso. Não há burocracia no momento da adesão. Durante o período de consórcio, ele poderá até trocar de carta de crédito: caso sinta que as parcelas pesam demais em seu orçamento, a opção é uma carta de crédito mais barata, além de também poder vendê-la para outro consorciado ou pessoa interessada.

Após ser contemplado, ele poderá escolher o bem que quiser dentro da categoria do grupo escolhido (imóvel ou veículo), optar por um modelo mais barato de carro ou mais caro (completando a diferença); ou, outra opção, comprar outro tipo de automóvel no lugar de um carro. Da mesma maneira, com o consórcio de imóvel: poderá comprar casa, apartamento, terreno ou chácara, em qualquer local que escolher. 

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