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01/2021

Manual para morar sozinho: como cuidar das finanças

Ai ai… sair da casa dos pais é bom! A gente se torna mais independente, dono de si, mas também tem que  encarar um novo desafio: agora quem deve organizar as contas é você, e isso envolve planejar orçamento, pagar as contas, cuidar das compras do supermercado, lavar e passar as roupas, e outras atividades necessárias para manter tudo em ordem. Se você está pensando em como não se atrapalhar com contas, parabéns, você está pronto para essa próxima fase! 

Não tenha dúvidas, assumir um lar é uma decisão difícil de ser tomada e representa um grande passo, não somente pessoal quanto profissional, afinal, um dos principais desafios dessa fase está justamente ligado à a área financeira. Isso porque, ao deixar a casa dos pais, você torna-se responsável por si. Acompanhe nossas dicas para que morar sozinho não seja um desafio para o seu bolso! 

Manual para morar sozinho: como cuidar das finanças e não se atrapalhar 

1. Comprar ou alugar um apartamento/casa?

Na hora de sair da casa dos pais, talvez essa seja a decisão mais difícil. Afinal, o que vale mais a pena: comprar ou alugar um imóvel? São muitas as diferenças e condições para alugar ou comprar um imóvel - mas ambos requerem planejamento e organização. Se, por exemplo, você não possui a quantia necessária para comprar um imóvel ou ao menos pagar a entrada, o aluguel pode parecer a opção mais adequada a curto prazo, mas certamente não é a melhor alternativa.

Vamos a questões práticas; se você tem pouco dinheiro para dar de entrada (no caso, grande parte da população que ainda está entrando no mercado de trabalho), o valor da prestação de um financiamento ficará muito alto, principalmente se comparado a uma compra à vista. Mesmo que seu salário seja capaz de cobrir esse valor, pode ser melhor não arriscar. 

E é aí que entra o consórcio de imóvel como uma opção vantajosa de compra. O consórcio não exige entrada e não cobra juros, permitindo que você mantenha o orçamento em dia e dê um lance com o dinheiro poupado para antecipar a contemplação. Tendo a carta de crédito em mãos, sua conquista será atingida. E o melhor: sem grandes burocracias. Vale a pena dar uma conferida! 

2. Tenha um controle de todos os gastos do mês

Ter um planejamento financeiro é essencial para esta nova fase! O controle financeiro deve ser feito mensalmente e é sem dúvida o primeiro passo para quem quer organizar as finanças. Nesse caso, para ter este controle financeiro pessoal, é necessário que você utilize as planilhas de Contas a pagar e Contas a receber, dessa maneira, você irá anotar todos os seus gastos e todos os seus ganhos. A planilha possibilita que você anote o item, a data de vencimento, o valor e o status do pagamento, e assim manterá um controle completo de suas finanças.

2. Estabeleça prioridades

Se você consegue visualizar o seu plano de contas, torna-se mais fácil seguir esta segunda dica. Verificando assim o que é fundamental e o que é dispensável em seu orçamento pessoal, você evita comprometer a sua renda com compras desnecessárias e foca no pagamento das dívidas em aberto. Por outro lado, o dinheiro que você deixa de gastar em itens superficiais pode ser investido em sua poupança turbinada, ou seja, um consórcio daquele bem que você sempre quis, como a compra do seu imóvel, que tal?

3. Estabeleça metas

Morar sozinho, além de exigir organização de finanças imediata, traz no horizonte a necessidade de pensar segurança financeira, principalmente em tempos de crise econômica. E, ao falarmos dessa tão infeliz crise, nos lembramos automaticamente em fazer economias. Não é possível prever o futuro, porém, é possível (e devemos) manter uma reserva de contingências para eventuais imprevistos. Além disso, estabelecer um valor  mensal é sempre uma boa tarefa para economizar. 

4. Reeducação para utilizar o cartão de crédito

Se você estabelece prioridades e metas, como o de morar sozinho e não se atrapalhar com contas, o seu orçamento pessoal irá começar a tomar forma e enxergar o seu futuro financeiro será bem mais fácil. Assim, você também aprende a utilizar o cartão de crédito. Ao contrário do que muitos imaginam, para controlar o financeiro pessoal, não é necessário proibir o uso do cartão de crédito, porém deve-se usá-lo com sabedoria. Ao parcelar, avalie quanto de sua renda ficará comprometida no próximo mês, e claro, veja se você realmente tem a capacidade financeira para debitar esta dívida e seguir utilizando o cartão de crédito. 

5. Planeje os seus gastos

Se você tem controle  como utilizar o cartão de crédito, é possível também  compras em geral. Ou seja, você aprende a fazer avaliação do impacto que determinada compra terá nas suas despesas e se elas comportam o seu dia-a-dia. 

O que queremos dizer aqui é, um dos segredos de ouro para não se atrapalhar com contas é registrar todas as despesas e receitas realizadas e previstas, sempre avaliando o impacto de seus gastos no orçamento. Além disso, não se esqueça de separar uma reserva para emergências. Quer uma solução para investir sua cota mensal? Faça um UP Consórcios

Manual para morar sozinho: como cuidar das finanças

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O consórcio pode ser uma ótima maneira de você investir com segurança, do tipo ideal para quem não tem disciplina na hora de economizar: sua cota mensal poderá ir para os valores de lance do consórcio. Além disso, é perfeito para quem tem um bom capital em mãos e busca aumentar seu patrimônio a custos baixos.


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Não tenha dúvidas, assumir um lar é uma decisão difícil de ser tomada e representa um grande passo, não somente pessoal quanto profissional, afinal, um dos principais desafios dessa fase está justamente ligado à a área financeira. Isso porque, ao deixar a casa dos pais, você torna-se responsável por si. Acompanhe nossas dicas para que morar sozinho não seja um desafio para o seu bolso! 

Manual para morar sozinho: como cuidar das finanças e não se atrapalhar 

1. Comprar ou alugar um apartamento/casa?

Na hora de sair da casa dos pais, talvez essa seja a decisão mais difícil. Afinal, o que vale mais a pena: comprar ou alugar um imóvel? São muitas as diferenças e condições para alugar ou comprar um imóvel - mas ambos requerem planejamento e organização. Se, por exemplo, você não possui a quantia necessária para comprar um imóvel ou ao menos pagar a entrada, o aluguel pode parecer a opção mais adequada a curto prazo, mas certamente não é a melhor alternativa.

Vamos a questões práticas; se você tem pouco dinheiro para dar de entrada (no caso, grande parte da população que ainda está entrando no mercado de trabalho), o valor da prestação de um financiamento ficará muito alto, principalmente se comparado a uma compra à vista. Mesmo que seu salário seja capaz de cobrir esse valor, pode ser melhor não arriscar. 

E é aí que entra o consórcio de imóvel como uma opção vantajosa de compra. O consórcio não exige entrada e não cobra juros, permitindo que você mantenha o orçamento em dia e dê um lance com o dinheiro poupado para antecipar a contemplação. Tendo a carta de crédito em mãos, sua conquista será atingida. E o melhor: sem grandes burocracias. Vale a pena dar uma conferida! 

2. Tenha um controle de todos os gastos do mês

Ter um planejamento financeiro é essencial para esta nova fase! O controle financeiro deve ser feito mensalmente e é sem dúvida o primeiro passo para quem quer organizar as finanças. Nesse caso, para ter este controle financeiro pessoal, é necessário que você utilize as planilhas de Contas a pagar e Contas a receber, dessa maneira, você irá anotar todos os seus gastos e todos os seus ganhos. A planilha possibilita que você anote o item, a data de vencimento, o valor e o status do pagamento, e assim manterá um controle completo de suas finanças.

2. Estabeleça prioridades

Se você consegue visualizar o seu plano de contas, torna-se mais fácil seguir esta segunda dica. Verificando assim o que é fundamental e o que é dispensável em seu orçamento pessoal, você evita comprometer a sua renda com compras desnecessárias e foca no pagamento das dívidas em aberto. Por outro lado, o dinheiro que você deixa de gastar em itens superficiais pode ser investido em sua poupança turbinada, ou seja, um consórcio daquele bem que você sempre quis, como a compra do seu imóvel, que tal?

3. Estabeleça metas

Morar sozinho, além de exigir organização de finanças imediata, traz no horizonte a necessidade de pensar segurança financeira, principalmente em tempos de crise econômica. E, ao falarmos dessa tão infeliz crise, nos lembramos automaticamente em fazer economias. Não é possível prever o futuro, porém, é possível (e devemos) manter uma reserva de contingências para eventuais imprevistos. Além disso, estabelecer um valor  mensal é sempre uma boa tarefa para economizar. 

4. Reeducação para utilizar o cartão de crédito

Se você estabelece prioridades e metas, como o de morar sozinho e não se atrapalhar com contas, o seu orçamento pessoal irá começar a tomar forma e enxergar o seu futuro financeiro será bem mais fácil. Assim, você também aprende a utilizar o cartão de crédito. Ao contrário do que muitos imaginam, para controlar o financeiro pessoal, não é necessário proibir o uso do cartão de crédito, porém deve-se usá-lo com sabedoria. Ao parcelar, avalie quanto de sua renda ficará comprometida no próximo mês, e claro, veja se você realmente tem a capacidade financeira para debitar esta dívida e seguir utilizando o cartão de crédito. 

5. Planeje os seus gastos

Se você tem controle  como utilizar o cartão de crédito, é possível também  compras em geral. Ou seja, você aprende a fazer avaliação do impacto que determinada compra terá nas suas despesas e se elas comportam o seu dia-a-dia. 

O que queremos dizer aqui é, um dos segredos de ouro para não se atrapalhar com contas é registrar todas as despesas e receitas realizadas e previstas, sempre avaliando o impacto de seus gastos no orçamento. Além disso, não se esqueça de separar uma reserva para emergências. Quer uma solução para investir sua cota mensal? Faça um UP Consórcios

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