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07/2021

UP ensina como planejar o primeiro milhão

Conquistar o primeiro milhão está no topo da lista de todos os que querem alcançar altos patamares! Para quem se interessa por investimentos e finanças pessoais, organizar esta conquista é o passo mais importante para tirar os planos do papel.

Para alcançar seus objetivos, é fundamental contar com um planejamento eficiente, que seja um impulsionador de poupanças, assim como, é fundamental também para aqueles que querem sair das dívidas rumo a uma situação financeira mais confortável.

Mas calma, nem tudo é receita de bolo. Não vai ser neste conteúdo que vou te mostrar a fórmula mágica para ter R$ 1 milhão. Porém, será possível mostrar como atingir esse objetivo. Está preparado(a)? 

Boa leitura!

Quer ficar milionário! Como planejar o primeiro milhão? 

Existem diversos fatores que envolvem planejar as finanças para ficar milionário. Para começar, há pessoas que têm facilidade para guardar dinheiro, por outro lado, há outras que precisam se disciplinar mais. Além disso, o perfil de investidor de uma pessoa pode ser considerado conservador, enquanto o de outras pode ser moderado, arrojado ou agressivo. Irá variar muito a estrutura do planejamento, de pessoa para pessoa, no entanto, o mais importante é que ele funcione. 

Muitas vezes, o destino que se dá ao capital em determinados produtos financeiros é somente mais um dos fatores que podem influenciar no tempo de espera para conquistar o primeiro milhão. Portanto, não há um cálculo exato que vai medir isso. 

Mas… como para TUDO na vida tem solução, você pode seguir esse passo a passo e colocá-lo em prática para alcançar seu grande objetivo: ficar milionário. 

1 – Crie o hábito de poupar

Há duas chances rápidas de chegar ao primeiro milhão: ganhar na loteria ou receber uma herança inesperada. Por outro lado, se essas não são as opções para o momento, conquistar o primeiro milhão só será possível se você conseguir guardar uma parte dos seus ganhos todos os meses, também conhecido por ‘’acumular capital’’ e ‘’juntar dinheiro’’. 

Para quem busca independência financeira, esse é um dos motivos que faz com que o hábito de poupar seja um dos principais fatores para traçar grandes objetivos. 

Fato é que, quanto maior for a sua capacidade de poupança, mais rápido você vai alcançar seus objetivos, entre tantos que você pode ter, o de ser milionário. 

Ah, importante lembrar que quando falamos em poupança, não estamos nos referindo apenas a caderneta, cujo rendimento é ruim. Muito pelo contrário, a ideia é guardar recursos para o futuro, por isso há formas de investir que podem render mais, como o investimento em imóvel através do consórcio.

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2 – Planeje-se

O planejamento financeiro consistente pode ajudar a criar o hábito de poupar. Como para muitas pessoas, por falta de disciplina financeira, guardar dinheiro ainda é um desafio, organizar as finanças a partir de um planejamento é essencial para sair do status de devedor para o de poupador.

O objetivo do planejamento financeiro é que ele possa te mostrar uma visão geral da atual situação de seu dinheiro. Mas afinal, o que fazer para ter um planejamento bem feito? Confira:

  • Anotar suas receitas (salários, trabalho extra);
  • Identificar suas despesas, incluindo possíveis dívidas;
  • Renegociar dívidas com altas taxas de juros, como o cheque especial, e trocá-las por dívidas com juros mais baixos;
  • Identificar e cortar gastos desnecessários (anuidade de cartão, assinatura de canais fechados que não são assistidos, etc.);
  • Traçar objetivos de curto, médio e longo prazos. 

Todas essas informações podem estar inseridas em planilhas ou anotadas em um simples papel. O mais importante é não deixar de cumprir com todo o planejamento! 

Esta pode ser a etapa que estava faltando para quem pretende alcançar o seu primeiro milhão. Não se esqueça: o planejamento deve ter prioridade em suas estratégias para investir com segurança! 

Acesse aqui nosso KIT UP nas Finanças e comece a planejar seus objetivos. 

3 – Evite parcelar compras

O cartão de crédito é tudo de bom. Mas como na vida não se pode ter tudo, parcelar compras, mesmo aquelas de menor valor, pode ter um efeito negativo na hora de fechar as contas no final do mês. Apesar do ato de parcelar compras estar no hábito dos brasileiros, infelizmente, pode fazer com que você demore mais para conquistar o primeiro milhão

Muitos podem não aceitar, mas fato é que, ao parcelar,  a sensação da isenção de juros preenche todo o corpo humano. Contudo, perceba que compras à vista têm, na maioria das vezes, um preço menor do que compras a prazo. Nos grandes e-commerces, por exemplo, há anúncios do tipo “10x de R$ 299,00 sem juros ou R$ 2.799,10 à vista” são comuns. 

As palavras “sem juros” dão a sensação de que o ato de parcelar não tem encargos. Na verdade, o consumidor, neste exemplo, está pagando cerca de 10% de juros, uma vez que o valor final da compra parcelada será de R$ 3 mil.

Com isso, vale destacar que o preço à vista nada mais é que o preço real, enquanto o preço parcelado é o preço da mercadoria somado aos juros embutidos do parcelamento. 

Dessa maneira, se possível, opte sempre em pagar à vista, mesmo que você demore mais um pouco para adquirir o produto de seu interesse. 

4 – Utilize os juros compostos a seu favor

De fato, o número de brasileiros que querem conquistar o primeiro milhão é alto, no entanto, o índice de endividamento no Brasil ainda (também) é muito alto. 

Por consequência, os desafios para investir com segurança e precisão começam a surgir. Infelizmente, grande parte das pessoas são adeptas dos juros compostos contra as suas finanças, pagando valores altíssimos, que podem ultrapassar a casa dos 300% ao ano em algumas modalidades de crédito. 

Apesar de estar exposto a características como as altas taxas de juros do mercado, o cheque especial e os juros do rotativo do cartão de crédito são as duas modalidades de empréstimo mais utilizadas no cotidiano dos brasileiros. 

Como resultado, o uso inadequado do cartão crédito é o superendividamento das famílias.

Não à toa, o planejamento financeiro é ideal para impulsionar a poupança de parte de seu salário desde cedo. 

Mas será que vale a pena deixar parte do salário parado? 

É o que responderemos a seguir!

Planejar o primeiro milhão: poupança ou investimento?

Muitas pessoas que têm o hábito de poupar acabam deixando seu dinheiro em investimentos com baixo retorno – um dos exemplos é a própria caderneta de poupança – ou até guardado em casa, o que é um risco ainda maior, visto que o Brasil tem desafios ainda a serem superados no quesito segurança pública. 

Se tratando da poupança, em alguns períodos, pode ser que haja uma perda para a inflação, gerando uma rentabilidade real negativa. 

Já, guardar dinheiro em casa, além do problema já citado, pode ser que haja um cenário também muito difícil. Por conta da inflação, o dinheiro acaba perdendo valor todos os dias, uma vez que ele não gera nenhum retorno financeiro.

Para conquistar o primeiro milhão, o investidor deve escolher os tipos de investimento que se enquadrem no seu perfil e com prazos de vencimento que se encaixem na data em que pretende alcançar os seus objetivos. 

Neste cenário, uma alternativa de crédito se destaca: "poupança turbinada". É como o consórcio vem sendo chamado entre os usuários do sistema. Consórcio é uma modalidade de crédito e poupança amplamente conhecido pelo brasileiro que reúne, em um único produto, muitas possibilidades:

Ferramenta de poupança: um apelido carinhoso adotado pelos consorciados têm sido “boleto do bem”, ou seja, aquele pago todos os meses para um sonho ou objetivo a ser conquistado. É uma forma de blindar a meta;

Modalidade de crédito: quem entra em um consórcio com pressa em liberar o dinheiro, pode ofertar um lance com percentuais próximos ao que seria a entrada no financiamento;

Produto de investimento: pois oferece rentabilidade da carta contemplada e atualizações anuais do crédito.

Por que apostar no consórcio para investir com segurança?

Quem já aposta nos investimentos mais rentáveis, apesar de privilegiar a liquidez diária, os mantém, em média, por nove anos. O Tesouro Direto, por exemplo, tão difundido nos últimos anos, torna-se viável apenas a longo prazo e a média de permanência de apenas 4 anos prova que o brasileiro não tem dado tempo suficiente para ter o retorno desejado. 

Mas, além dos produtos financeiros, onde estava o dinheiro dos brasileiros que afirmaram ter investido? 

Eles fizeram isso de inúmeras formas. A maior parcela (11%) aplicou seu dinheiro em bens duráveis (carro, moto, caminhão) e imóveis (construção da casa, reforma, compra). Quatro por cento investiu no próprio negócio, seja abrindo um novo ou injetando capital na empresa já existente. 

Além desses, existe o grupo que não tem dinheiro guardado em nenhum produto de investimento. O Brasil conta com 58% de pessoas que declaram não investir. Esse percentual está dividido da seguinte forma: 50% não guardam nada de forma alguma; 6% guardam, mas não usam os produtos financeiros para isso, fazendo-o de outra forma e 2% não conhecem nenhum tipo de investimento.

As condições financeiras são as principais razões pelas quais não conseguiu investir. As respostas de 80% deste grupo destacam a falta de dinheiro como principal impeditivo para direcionar a verba para a conquista do objetivo. O problema se acentua porque a base do planejamento financeiro pressupõe que é necessário poupar no mínimo 10% dos ganhos, incluindo as economias no orçamento familiar como qualquer outra despesa. 

É exatamente para quem não tem essa disciplina que ter um boleto fixo que corresponda ao valor que você se propôs a guardar é fundamental. Assim, o consórcio se consolida como um “boleto do bem”, que ajuda a poupar dinheiro e evita que ele seja usado para outro objetivo. A modalidade dá um “turbo”, por assim dizer, nas suas economias e adianta as suas conquistas, permitindo ter um bem em mãos em um prazo curto, seja através do sorteio ou da oferta de lance.

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre.


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Para alcançar seus objetivos, é fundamental contar com um planejamento eficiente, que seja um impulsionador de poupanças, assim como, é fundamental também para aqueles que querem sair das dívidas rumo a uma situação financeira mais confortável.

Mas calma, nem tudo é receita de bolo. Não vai ser neste conteúdo que vou te mostrar a fórmula mágica para ter R$ 1 milhão. Porém, será possível mostrar como atingir esse objetivo. Está preparado(a)? 

Boa leitura!

Quer ficar milionário! Como planejar o primeiro milhão? 

Existem diversos fatores que envolvem planejar as finanças para ficar milionário. Para começar, há pessoas que têm facilidade para guardar dinheiro, por outro lado, há outras que precisam se disciplinar mais. Além disso, o perfil de investidor de uma pessoa pode ser considerado conservador, enquanto o de outras pode ser moderado, arrojado ou agressivo. Irá variar muito a estrutura do planejamento, de pessoa para pessoa, no entanto, o mais importante é que ele funcione. 

Muitas vezes, o destino que se dá ao capital em determinados produtos financeiros é somente mais um dos fatores que podem influenciar no tempo de espera para conquistar o primeiro milhão. Portanto, não há um cálculo exato que vai medir isso. 

Mas… como para TUDO na vida tem solução, você pode seguir esse passo a passo e colocá-lo em prática para alcançar seu grande objetivo: ficar milionário. 

1 – Crie o hábito de poupar

Há duas chances rápidas de chegar ao primeiro milhão: ganhar na loteria ou receber uma herança inesperada. Por outro lado, se essas não são as opções para o momento, conquistar o primeiro milhão só será possível se você conseguir guardar uma parte dos seus ganhos todos os meses, também conhecido por ‘’acumular capital’’ e ‘’juntar dinheiro’’. 

Para quem busca independência financeira, esse é um dos motivos que faz com que o hábito de poupar seja um dos principais fatores para traçar grandes objetivos. 

Fato é que, quanto maior for a sua capacidade de poupança, mais rápido você vai alcançar seus objetivos, entre tantos que você pode ter, o de ser milionário. 

Ah, importante lembrar que quando falamos em poupança, não estamos nos referindo apenas a caderneta, cujo rendimento é ruim. Muito pelo contrário, a ideia é guardar recursos para o futuro, por isso há formas de investir que podem render mais, como o investimento em imóvel através do consórcio.

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2 – Planeje-se

O planejamento financeiro consistente pode ajudar a criar o hábito de poupar. Como para muitas pessoas, por falta de disciplina financeira, guardar dinheiro ainda é um desafio, organizar as finanças a partir de um planejamento é essencial para sair do status de devedor para o de poupador.

O objetivo do planejamento financeiro é que ele possa te mostrar uma visão geral da atual situação de seu dinheiro. Mas afinal, o que fazer para ter um planejamento bem feito? Confira:

  • Anotar suas receitas (salários, trabalho extra);
  • Identificar suas despesas, incluindo possíveis dívidas;
  • Renegociar dívidas com altas taxas de juros, como o cheque especial, e trocá-las por dívidas com juros mais baixos;
  • Identificar e cortar gastos desnecessários (anuidade de cartão, assinatura de canais fechados que não são assistidos, etc.);
  • Traçar objetivos de curto, médio e longo prazos. 

Todas essas informações podem estar inseridas em planilhas ou anotadas em um simples papel. O mais importante é não deixar de cumprir com todo o planejamento! 

Esta pode ser a etapa que estava faltando para quem pretende alcançar o seu primeiro milhão. Não se esqueça: o planejamento deve ter prioridade em suas estratégias para investir com segurança! 

Acesse aqui nosso KIT UP nas Finanças e comece a planejar seus objetivos. 

3 – Evite parcelar compras

O cartão de crédito é tudo de bom. Mas como na vida não se pode ter tudo, parcelar compras, mesmo aquelas de menor valor, pode ter um efeito negativo na hora de fechar as contas no final do mês. Apesar do ato de parcelar compras estar no hábito dos brasileiros, infelizmente, pode fazer com que você demore mais para conquistar o primeiro milhão

Muitos podem não aceitar, mas fato é que, ao parcelar,  a sensação da isenção de juros preenche todo o corpo humano. Contudo, perceba que compras à vista têm, na maioria das vezes, um preço menor do que compras a prazo. Nos grandes e-commerces, por exemplo, há anúncios do tipo “10x de R$ 299,00 sem juros ou R$ 2.799,10 à vista” são comuns. 

As palavras “sem juros” dão a sensação de que o ato de parcelar não tem encargos. Na verdade, o consumidor, neste exemplo, está pagando cerca de 10% de juros, uma vez que o valor final da compra parcelada será de R$ 3 mil.

Com isso, vale destacar que o preço à vista nada mais é que o preço real, enquanto o preço parcelado é o preço da mercadoria somado aos juros embutidos do parcelamento. 

Dessa maneira, se possível, opte sempre em pagar à vista, mesmo que você demore mais um pouco para adquirir o produto de seu interesse. 

4 – Utilize os juros compostos a seu favor

De fato, o número de brasileiros que querem conquistar o primeiro milhão é alto, no entanto, o índice de endividamento no Brasil ainda (também) é muito alto. 

Por consequência, os desafios para investir com segurança e precisão começam a surgir. Infelizmente, grande parte das pessoas são adeptas dos juros compostos contra as suas finanças, pagando valores altíssimos, que podem ultrapassar a casa dos 300% ao ano em algumas modalidades de crédito. 

Apesar de estar exposto a características como as altas taxas de juros do mercado, o cheque especial e os juros do rotativo do cartão de crédito são as duas modalidades de empréstimo mais utilizadas no cotidiano dos brasileiros. 

Como resultado, o uso inadequado do cartão crédito é o superendividamento das famílias.

Não à toa, o planejamento financeiro é ideal para impulsionar a poupança de parte de seu salário desde cedo. 

Mas será que vale a pena deixar parte do salário parado? 

É o que responderemos a seguir!

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Muitas pessoas que têm o hábito de poupar acabam deixando seu dinheiro em investimentos com baixo retorno – um dos exemplos é a própria caderneta de poupança – ou até guardado em casa, o que é um risco ainda maior, visto que o Brasil tem desafios ainda a serem superados no quesito segurança pública. 

Se tratando da poupança, em alguns períodos, pode ser que haja uma perda para a inflação, gerando uma rentabilidade real negativa. 

Já, guardar dinheiro em casa, além do problema já citado, pode ser que haja um cenário também muito difícil. Por conta da inflação, o dinheiro acaba perdendo valor todos os dias, uma vez que ele não gera nenhum retorno financeiro.

Para conquistar o primeiro milhão, o investidor deve escolher os tipos de investimento que se enquadrem no seu perfil e com prazos de vencimento que se encaixem na data em que pretende alcançar os seus objetivos. 

Neste cenário, uma alternativa de crédito se destaca: "poupança turbinada". É como o consórcio vem sendo chamado entre os usuários do sistema. Consórcio é uma modalidade de crédito e poupança amplamente conhecido pelo brasileiro que reúne, em um único produto, muitas possibilidades:

Ferramenta de poupança: um apelido carinhoso adotado pelos consorciados têm sido “boleto do bem”, ou seja, aquele pago todos os meses para um sonho ou objetivo a ser conquistado. É uma forma de blindar a meta;

Modalidade de crédito: quem entra em um consórcio com pressa em liberar o dinheiro, pode ofertar um lance com percentuais próximos ao que seria a entrada no financiamento;

Produto de investimento: pois oferece rentabilidade da carta contemplada e atualizações anuais do crédito.

Por que apostar no consórcio para investir com segurança?

Quem já aposta nos investimentos mais rentáveis, apesar de privilegiar a liquidez diária, os mantém, em média, por nove anos. O Tesouro Direto, por exemplo, tão difundido nos últimos anos, torna-se viável apenas a longo prazo e a média de permanência de apenas 4 anos prova que o brasileiro não tem dado tempo suficiente para ter o retorno desejado. 

Mas, além dos produtos financeiros, onde estava o dinheiro dos brasileiros que afirmaram ter investido? 

Eles fizeram isso de inúmeras formas. A maior parcela (11%) aplicou seu dinheiro em bens duráveis (carro, moto, caminhão) e imóveis (construção da casa, reforma, compra). Quatro por cento investiu no próprio negócio, seja abrindo um novo ou injetando capital na empresa já existente. 

Além desses, existe o grupo que não tem dinheiro guardado em nenhum produto de investimento. O Brasil conta com 58% de pessoas que declaram não investir. Esse percentual está dividido da seguinte forma: 50% não guardam nada de forma alguma; 6% guardam, mas não usam os produtos financeiros para isso, fazendo-o de outra forma e 2% não conhecem nenhum tipo de investimento.

As condições financeiras são as principais razões pelas quais não conseguiu investir. As respostas de 80% deste grupo destacam a falta de dinheiro como principal impeditivo para direcionar a verba para a conquista do objetivo. O problema se acentua porque a base do planejamento financeiro pressupõe que é necessário poupar no mínimo 10% dos ganhos, incluindo as economias no orçamento familiar como qualquer outra despesa. 

É exatamente para quem não tem essa disciplina que ter um boleto fixo que corresponda ao valor que você se propôs a guardar é fundamental. Assim, o consórcio se consolida como um “boleto do bem”, que ajuda a poupar dinheiro e evita que ele seja usado para outro objetivo. A modalidade dá um “turbo”, por assim dizer, nas suas economias e adianta as suas conquistas, permitindo ter um bem em mãos em um prazo curto, seja através do sorteio ou da oferta de lance.

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