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03/2021

Como organizar as dívidas ainda esse ano!

Antes de qualquer coisa, vamos refletir juntos: porque as pessoas fazem dívidas?

Não existe uma resposta única para esta questão, os motivos variam muito de pessoa para pessoa. Porém, existem vários fatores que contribuem para que uma pessoa faça dívidas: a crise econômica e política que o país enfrenta, por exemplo, é um desses fatores. Ou seja… tamo junto! Todo mundo junto mesmo! Por isso, não se sinta mal, só não existe solução para a morte e estamos aqui para te apoiar nesse momento complicado. 

O aumento do desemprego, as altas taxas de juros e a inflação também colaboram (e muito) para tudo isso que está acontecendo. Mas também há uma questão sobre organização de dívidas relacionada à falta de gestão financeira, e isso tem a ver com a ausência de planejamento e controle financeiro, problemas pessoais ou profissionais, entre outros.

Infelizmente, a situação pode ser ainda mais grave quando a pessoa – mesmo sem organizar as dívidas – fecha outros compromissos financeiros. O resultado é aquela famosa bola de neve de dívidas. O que queremos dizer é: nesse momento crítico, somente através de organização e planejamento será possível sair do vermelho e ter uma vida financeira equilibrada.

Como organizar as dívidas ainda esse ano

1) Coloque tudo na ponta do lápis 

Não tem como fugir: você tem que começar a anotar todos os gastos no papel e saber para onde o seu dinheiro está indo. Não dá só para fazer essas contas de cabeça, porque nossa mente é limitada. Ela esquece as despesas pequenas e só considera as que acha importante. Organizar as finanças é uma forma de controlar todas as entradas e saídas de capital, considerando assim contas e despesas gerais. Se tratando de dinheiro, muitas pessoas ainda não têm o real conhecimento do quanto ganham e quanto gastam por mês. Porém, para quem busca por controle financeiro pessoal e independência financeira é essencial ter clareza do que entra e do que sai.

Que tal organizar uma planilha que irá te auxiliar na hora de realizar o seu planejamento e organização financeira? Para isso, a princípio, responda a você mesmo as seguintes questões:

1)      Quanto eu ganho por mês?

2)      Quanto eu gasto por mês?

3)      Quanto eu poupo por mês?

como-organizar-as-dividas-ainda-esse-ano

2) Reavalie suas despesas

Definitivamente, esse momento não é o mais adequado para gastos supérfluos. Muita gente passou, pelo menos, 2 meses em isolamento, fazendo somente as atividades essenciais e conseguiu sobreviver. Ter essa mentalidade de optar somente pelo fundamental na hora de avaliar suas despesas é muito importante para definir o que é ou não essencial e o que pode ser substituído por algo mais econômico. 

Se você estabelece prioridades e metas, o seu orçamento irá começar a tomar forma e enxergar o seu futuro financeiro será bem mais fácil. Assim, você também aprende a utilizar o cartão de crédito. Ao contrário do que muitos imaginam, para controlar o financeiro pessoal, não é necessário proibir o uso do cartão de crédito, porém deve-se usá-lo com sabedoria. Ao parcelar, avalie quanto de sua renda ficará comprometida no próximo mês, e claro, veja se você realmente tem a capacidade financeira para debitar esta dívida e seguir utilizando o cartão de crédito. 

3) Negocie suas dívidas

Se você está endividado, por causa do isolamento social ou não, aproveite para negociar suas dívidas. Para isso, faça um levantamento de tudo o que você deve e proponha acordo. 

Por conta da situação, as instituições financeiras estão mais flexíveis, então essa é uma ótima oportunidade para conseguir boas negociações e prazos assertivos. O importante é você conseguir desconto, não adiar para o futuro. Se não, depois, além de pagar a prestação do mês, você terá de arcar com outra em cima.

É preciso compreender como fazer compras em geral. Ou seja, ao negociar as dívidas você está avaliando o impacto que determinada compra terá nas suas despesas e se elas comportam a troca de um carro, por exemplo.

4) Contrate um consórcio 

Pode parecer que não, mas essa é uma boa hora para investir em um consórcio que te ajuda a conquistar objetivos no futuro. Isso porque agora todos nós estamos aprendendo a lidar com um período atípico de consumo, de recursos e até sobre como nos relacionamos com o dinheiro. 

Tá aí a oportunidade que você precisava para incluir hábitos financeiramente sustentáveis na sua vida. E o consórcio possibilita isso: você define o valor que precisa para conquistar seu objetivo, o valor da parcela que cabe no seu bolso e o prazo que você prefere. 

A visão é a seguinte: o consórcio por si só já é uma maneira de poupar em grupo para realizar uma compra planejada, seja de um bem ou serviço. Ao final de um consórcio de imóveis, por exemplo, todos os participantes têm o crédito necessário, disponibilizado para compra do bem ou contratação do serviço. Quando é contemplado, o consorciado parte para a conquista do seu objetivo. 

O consórcio é mais humano, fala sério. Todos que participam do consórcio devem pagar uma mensalidade, sem juros (real oficial), referente ao crédito. Aqueles que estão com os pagamentos em dia podem participar da assembleia via sorteio ou lance, que acontecem todo mês.

Nela, a pessoa sorteada recebe a carta de crédito naquele mês e assim sucessivamente, até que todos do grupo sejam contemplados. Porém, quem atrasa os pagamentos pode ficar de fora da assembleia e, como consequência, dos sorteios. Portanto, o mais importante de tudo é avaliar sua capacidade de pagamento antes de entrar em um consórcio. Do contrário, ficará de fora dos sorteios.

Por fim, a gente tem que andar com um pé no hoje e outro no amanhã, principalmente quando se trata de dinheiro. O lance não é ficar rico de uma hora pra outra e comprar tudo que vê pela frente, mas sim ter saúde financeira para poder planejar o que você quer e precisa comprar. 

Aproveite também para conhecer o UP consórcios, o único consórcio do Brasil sem taxas até a contemplação e 100% digital - e por isso, a melhor opção para quem quer planejar a conquista de um bem. Simule e comprove


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Antes de qualquer coisa, vamos refletir juntos: porque as pessoas fazem dívidas?

Não existe uma resposta única para esta questão, os motivos variam muito de pessoa para pessoa. Porém, existem vários fatores que contribuem para que uma pessoa faça dívidas: a crise econômica e política que o país enfrenta, por exemplo, é um desses fatores. Ou seja… tamo junto! Todo mundo junto mesmo! Por isso, não se sinta mal, só não existe solução para a morte e estamos aqui para te apoiar nesse momento complicado. 

O aumento do desemprego, as altas taxas de juros e a inflação também colaboram (e muito) para tudo isso que está acontecendo. Mas também há uma questão sobre organização de dívidas relacionada à falta de gestão financeira, e isso tem a ver com a ausência de planejamento e controle financeiro, problemas pessoais ou profissionais, entre outros.

Infelizmente, a situação pode ser ainda mais grave quando a pessoa – mesmo sem organizar as dívidas – fecha outros compromissos financeiros. O resultado é aquela famosa bola de neve de dívidas. O que queremos dizer é: nesse momento crítico, somente através de organização e planejamento será possível sair do vermelho e ter uma vida financeira equilibrada.

Como organizar as dívidas ainda esse ano

1) Coloque tudo na ponta do lápis 

Não tem como fugir: você tem que começar a anotar todos os gastos no papel e saber para onde o seu dinheiro está indo. Não dá só para fazer essas contas de cabeça, porque nossa mente é limitada. Ela esquece as despesas pequenas e só considera as que acha importante. Organizar as finanças é uma forma de controlar todas as entradas e saídas de capital, considerando assim contas e despesas gerais. Se tratando de dinheiro, muitas pessoas ainda não têm o real conhecimento do quanto ganham e quanto gastam por mês. Porém, para quem busca por controle financeiro pessoal e independência financeira é essencial ter clareza do que entra e do que sai.

Que tal organizar uma planilha que irá te auxiliar na hora de realizar o seu planejamento e organização financeira? Para isso, a princípio, responda a você mesmo as seguintes questões:

1)      Quanto eu ganho por mês?

2)      Quanto eu gasto por mês?

3)      Quanto eu poupo por mês?

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2) Reavalie suas despesas

Definitivamente, esse momento não é o mais adequado para gastos supérfluos. Muita gente passou, pelo menos, 2 meses em isolamento, fazendo somente as atividades essenciais e conseguiu sobreviver. Ter essa mentalidade de optar somente pelo fundamental na hora de avaliar suas despesas é muito importante para definir o que é ou não essencial e o que pode ser substituído por algo mais econômico. 

Se você estabelece prioridades e metas, o seu orçamento irá começar a tomar forma e enxergar o seu futuro financeiro será bem mais fácil. Assim, você também aprende a utilizar o cartão de crédito. Ao contrário do que muitos imaginam, para controlar o financeiro pessoal, não é necessário proibir o uso do cartão de crédito, porém deve-se usá-lo com sabedoria. Ao parcelar, avalie quanto de sua renda ficará comprometida no próximo mês, e claro, veja se você realmente tem a capacidade financeira para debitar esta dívida e seguir utilizando o cartão de crédito. 

3) Negocie suas dívidas

Se você está endividado, por causa do isolamento social ou não, aproveite para negociar suas dívidas. Para isso, faça um levantamento de tudo o que você deve e proponha acordo. 

Por conta da situação, as instituições financeiras estão mais flexíveis, então essa é uma ótima oportunidade para conseguir boas negociações e prazos assertivos. O importante é você conseguir desconto, não adiar para o futuro. Se não, depois, além de pagar a prestação do mês, você terá de arcar com outra em cima.

É preciso compreender como fazer compras em geral. Ou seja, ao negociar as dívidas você está avaliando o impacto que determinada compra terá nas suas despesas e se elas comportam a troca de um carro, por exemplo.

4) Contrate um consórcio 

Pode parecer que não, mas essa é uma boa hora para investir em um consórcio que te ajuda a conquistar objetivos no futuro. Isso porque agora todos nós estamos aprendendo a lidar com um período atípico de consumo, de recursos e até sobre como nos relacionamos com o dinheiro. 

Tá aí a oportunidade que você precisava para incluir hábitos financeiramente sustentáveis na sua vida. E o consórcio possibilita isso: você define o valor que precisa para conquistar seu objetivo, o valor da parcela que cabe no seu bolso e o prazo que você prefere. 

A visão é a seguinte: o consórcio por si só já é uma maneira de poupar em grupo para realizar uma compra planejada, seja de um bem ou serviço. Ao final de um consórcio de imóveis, por exemplo, todos os participantes têm o crédito necessário, disponibilizado para compra do bem ou contratação do serviço. Quando é contemplado, o consorciado parte para a conquista do seu objetivo. 

O consórcio é mais humano, fala sério. Todos que participam do consórcio devem pagar uma mensalidade, sem juros (real oficial), referente ao crédito. Aqueles que estão com os pagamentos em dia podem participar da assembleia via sorteio ou lance, que acontecem todo mês.

Nela, a pessoa sorteada recebe a carta de crédito naquele mês e assim sucessivamente, até que todos do grupo sejam contemplados. Porém, quem atrasa os pagamentos pode ficar de fora da assembleia e, como consequência, dos sorteios. Portanto, o mais importante de tudo é avaliar sua capacidade de pagamento antes de entrar em um consórcio. Do contrário, ficará de fora dos sorteios.

Por fim, a gente tem que andar com um pé no hoje e outro no amanhã, principalmente quando se trata de dinheiro. O lance não é ficar rico de uma hora pra outra e comprar tudo que vê pela frente, mas sim ter saúde financeira para poder planejar o que você quer e precisa comprar. 

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